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Moses Rodrigues (União Brasil) deu uma embaralhada na história com o anúncio, durante entrevista no Cariri, de que seu candidato ao Senado é Cid Gomes (PSB), apesar de ser um adversário histórico dele e do seu grupo político-familiar em Sobral.

Primeiro porque Cid, ao que se sabe, não coloca seu nome à disposição. Depois, porque ele, Moses, é fator de mal estar entre o governo e parte do grupo dos Ferreira Gomes. Quem sabe, uma tentativa de acalmar ânimos.

Glêdson Bezerra (Podemos), prefeito de Juazeiro do Norte, frustrou bastante a expectativa do senador Eduardo Girão (Novo) com sua ausência, sexta-feira, no evento de lançamento no Cariri da pré-candidatura dele ao governo em 2026. Esperava-se que ele comparecesse.

Na primeira eleição de Glêdson, em 2020, o apoio de Girão foi fundamental. A tendência do prefeito, agora, é mesmo de apoiar a candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao governo.

Jade Romero (MDB) parece ter percebido que precisa acelerar as coisas quanto à sua situação na aliança, sob pena de ser atropelada. A situação hoje é a seguinte: ela tem mais apoio e respeito no PT do que em 2022, por um lado: por outro, seu partido, que a bancou na época, a excluiu dos planos prioritários para agora.

A vice-governadora quer, e está certa, uma definição do seu papel logo agora para que se adeque da melhor forma possível. Gostando ou não da solução.

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