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José Guimarães: O Ceará no centro, a missão do BNDES
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José Guimarães: O Ceará no centro, a missão do BNDES

.O desenvolvimento que defendemos não se limita ao asfalto ou à tecnologia de ponta. Ele precisa chegar ao cotidiano das comunidades e preservar nossa identidade
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José Guimarães

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O anúncio feito pelo presidente do BNDES, Aloízio Mercadante, de novos investimentos superiores a R$ 1,1 bilhão no Ceará, não é um fato isolado. Trata-se de uma decisão política deliberada e pautada por uma diretriz clara do presidente Lula. Sob sua orientação, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social recuperou sua função histórica: ser o braço propulsor do crescimento nacional através de obras estruturantes que transformam a vida das pessoas.

No Ceará, essa nova postura reflete-se em projetos de magnitude incontestável. Estamos falando de um fôlego financeiro que sustenta a infraestrutura das próximas décadas. A Transnordestina, projeto vital para nossa logística, e a duplicação do Eixão das Águas deixaram de ser promessas para se tornarem prioridades executivas. Somado a isso, o investimento em polos de data centers posiciona o estado na vanguarda da economia digital global.

Essa sinergia institucional só é possível porque o Ceará conta com a liderança, o talento administrativo e o profundo comprometimento do governador Elmano de Freitas. Sua capacidade de gerir com foco no social tem sido fundamental para que o Estado apresente projetos sólidos, capazes de captar esses recursos vultosos e transformá-los em benefícios diretos para a população.

Entretanto, o desenvolvimento que defendemos não se limita ao asfalto ou à tecnologia de ponta. Ele precisa chegar ao cotidiano das comunidades e preservar nossa identidade. Por isso, iniciamos uma articulação direta junto ao banco, com a secretária de Cultura de Fortaleza, Helena Barbosa, para viabilizar a reforma e requalificação dos mercados dos Pinhões e da Aerolândia. São equipamentos de imensa importância social, que funcionam como âncoras culturais e econômicas para o seu entorno. Recuperar esses espaços é devolver dignidade e lazer às famílias fortalezenses.

Nessa mesma linha, avançamos nas tratativas com a secretária de Cultura do Estado, Luisa Cela, para garantir que o BNDES financie a reforma do Theatro José de Alencar. O maior símbolo da nossa arte merece o cuidado de uma gestão que entende que o patrimônio histórico é também um motor de geração de emprego e renda através do turismo e da economia criativa.

Minha atuação em Brasília, na condição de líder do governo na Câmara, tem sido a de pavimentar as pontes entre os ministérios, o banco e o Palácio da Abolição. O papel do parlamentar moderno exige presença constante na articulação que garante que o recurso federal chegue à ponta.

O BNDES hoje banca desde a grande ferrovia até a revitalização do mercado de bairro. É uma visão sistêmica de desenvolvimento que cuida do macro e do micro. Ao lado do governador Elmano de Freitas e do ministro Camilo Santana, seguimos trabalhando para fortalecer o nosso estado. O serviço prestado está à vista de todos, e o compromisso com o futuro do Ceará é inabalável.

 

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