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Fotorreportagem: conheça os bastidores dos trabalhadores circenses
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Vida & Arte

Fotorreportagem: conheça os bastidores dos trabalhadores circenses

Repórter fotográfico do O POVO, Aurélio Alves registrou o cotidiano dos trabalhadores circenses entre ensaios, apresentações e momentos de descanso
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FORTALEZA, CE, BRASIL, 17-01-2026: Ruben, Homem Bala e Pole-dance. Vida circense, fomos contar com é a vida dos artitas nos bastidores e a preparação para o espetáculo. Circo Americano, que fica na Avenida Washington Soares. (Foto: Aurelio Alves / Jornal O POVO) (Foto: AURÉLIO ALVES)
Foto: AURÉLIO ALVES FORTALEZA, CE, BRASIL, 17-01-2026: Ruben, Homem Bala e Pole-dance. Vida circense, fomos contar com é a vida dos artitas nos bastidores e a preparação para o espetáculo. Circo Americano, que fica na Avenida Washington Soares. (Foto: Aurelio Alves / Jornal O POVO)

Ir ao circo é um momento de diversão. Para minha família, é um episódio que marca nossa memória. Minha mãe conta que essa admiração vem desde a minha avó e vai passando de geração em geração. Agora, levo minha filha de seis anos para continuar esse amor pelo picadeiro, pelos risos dos palhaços, pela coragem dos trapezistas e por todo o envolvimento que esse mundo mágico nos proporciona.

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Uma das minhas características como repórter fotográfico é a curiosidade sobre como os fatos acontecem nos bastidores. Nos últimos tempos, os circos dominaram uma área da avenida Washington Soares: entra circo, sai circo, e tudo continua colorido, iluminando e deixando Fortaleza encantadora. Fiquei curioso para saber como seria a vida circense por trás da lona, e nada mais justo do que compartilhar essa descoberta. Já me surpreendi logo de cara com a história de cada artista, algumas de tristeza, umas de alegrias e outras de superação.

 

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Tentei traduzir os artistas nas preparações e nos momentos íntimos, alguns mais tímidos, outros mais espontâneos - como o Celso, o Palhaço Matraca. Tive mais proximidade com Morocó, filho de Celso. Ele contou que, quando criança, tinha medo quando os chimpanzés fugiam e todos corriam para se esconder. O bastidor do circo me deu um novo tom, um jeito de olhar mais sensível, não vendo apenas o artista em cima do picadeiro, mas também o ser humano que existe dentro de cada personagem.

 

Vida circense

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