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Daniel Maia: Escolha bem o advogado do seu divórcio
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Daniel Maia é professor doutor de Direito Penal da Universidade Federal do Ceará (UFC), sendo também advogado criminalista e colunista semanal do O POVO

Daniel Maia opinião

Daniel Maia: Escolha bem o advogado do seu divórcio

Caso você esteja abalado com um divórcio do "amor (terror) da sua vida", procure se informar bem antes de contratar o advogado que resolverá seu problema jurídico, pois advogados não são todos iguais
Daniel Maia, professor doutor de Direito da UFC, advogado e Colunista do O POVO (Foto: Divulgação)
Foto: Divulgação Daniel Maia, professor doutor de Direito da UFC, advogado e Colunista do O POVO

Todos as pessoas que contam com uma certa experiência dizem que a escolha mais importante das nossas vidas é com quem a dividiremos, ou seja, quem será o nosso cônjuge, marido, esposa ou companheiro, pois essa escolha determinará muitas outras, tais como o incentivo diário para o crescimento profissional, a criação dos filhos, o relacionamento com as famílias e, principalmente, a paz dentro do lar, pressuposto fundamental para pessoas de alto rendimento em qualquer âmbito.

Entretanto, ninguém aconselha o que fazer se essa escolha de vida com o tempo não se mostrar acertada e a vida da pessoa estiver se tornado um pesadelo, com a esperada "alma gêmea" se tornando, na verdade, uma algema.

Neste infeliz e cada vez mais comum caso, o que a pessoa deve fazer é o quanto antes procurar um bom Advogado. Mas aí é outra escolha difícil de fazer, tendo em vista que a grande maioria de nós jamais teve qualquer contato profissional com um Advogado. Isso, mesmo o Brasil sendo um dos países que mais forma bacharéis em Direito no Mundo, ou seja, aqui todos conhecemos ou temos um parente Advogado, mas pouco de nós já contratamos um.

Essa escolha é tão ou até mais importante que a de um bom marido ou esposa, pois um Advogado que não tenha preparo técnico, experiência, bom trato, honestidade e, principalmente, coragem para enfrentar, dentro dos limites legais, a parte adversa, pode causar um prejuízo até maior do que o da escolha ruim do cônjuge.

A pessoa que precisa de uma assistência jurídica, não deve escolher o Advogado aleatoriamente, pois não são todos iguais. O ideal é que busque indicações e referências de pessoas que já tenham o contratado e possam atestar a sua qualidade técnica e moral.

A boa Advocacia se mede pela confiança estabelecida entre Advogado e cliente, e não por preço de honorários ou propagandas de tráfego pago na internet.

Portanto, se você estiver abalado com um divórcio do "amor (terror) da sua vida", procure se informar bem antes de contratar o Advogado que resolverá seu problema jurídico, pois Advogados não são todos iguais.  

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