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Vamos de poke? Aloha!
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Engenheiro Mecânico pela Unesp, pós-graduado em Administração de Empresas pela Faap, mestrando em Turismo pela Uece,  aprendeu a cozinhar ainda na infância com familiares japoneses. Durante os anos em que viveu em São Paulo dedicou-se a cursos na área de gastronomia, quando decidiu empreender na área de gastronomia, nos anos 2000, em Fortaleza, tendo comandando sucessos da culinária oriental na cidade. Além das atividades como chef e empresário do ramo de alimentação, é professor de Gastronomia da Unifanor Wyden, Coordenador Técnico da Pós Graduação em Gastronomia da Unifanor Wyden, consultor gastronômico e tem empresa de prestação de serviços de catering, palestras e cursos na área de Gastronomia. 

Élcio Nagano gastronomia

Vamos de poke? Aloha!

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Tipo Opinião
Poke de Salmão e peixe branco. Prato ganhou adaptações ao longo do tempo.  (Foto: Reprodução/Digitalmenu.com.br/misaki)
Foto: Reprodução/Digitalmenu.com.br/misaki Poke de Salmão e peixe branco. Prato ganhou adaptações ao longo do tempo.

Escrevi sobre o Poke quando o prato ainda era uma novidade aqui em Fortaleza.

Hoje temos a certeza de que não se tratava de mais um modismo daquele momento.

O poke se consolidou como uma opção saudável e deliciosa para uma refeição rápida.

Esse prato originalmente era uma "salada" de cubos de peixe cru temperado com sal marinho, completamentada com algas marinhas e outros vegetais, servida em bowls, que foi criada pelos pescadores das paradisíacas ilhas do Havaí.

Essa salada foi levada pelos amantes do surfe do Havaí para as praias da Califórnia.

E o consumo de Poke foi se propagando pelos Estados Unidos. Houve, com o tempo, uma fusão do poke com tirashi japonês, que é um tipo de sushi servido em bowls e chegou-se ao atual formato: sobre uma base de arroz temperado para sushi, depositam-se os pedaços de peixe cru (atum ou salmão, ou frutos do mar) marinados em um molho que geralmente tem em sua composição shoyu, óleo de gergelim e um sumo cítrico.

Para complementar, adicionam vegetais (pepino, rabanete, nabo ou cenoura), pedaços de alga marina e o abacate, que contribui com a sua cremosidade (o abacate pode ser substituído pelo cream cheese). Também pode ser adicionada outra fruta como a manga.

Foram introduzidas opções de elementos crocantes para fazer a finalização tais como couve crocante, nachos, ou gergelim torrado. Enfim, é um prato que permite variação de seus ingredientes, de acordo com a inspiração e a criatividade do chef.

O consumo de poke vem aumentando em Fortaleza, pois é uma refeição versátil, que pode ser consumida no restaurante ou pode ser pedida pelos aplicativos de delivery.

Ambos têm lojas nos shoppings e atendem pelo aplicativo iFood. Eu gosto muito de Poke e recomendo o seu consumo, desde que se evite o excessivo uso do molho de soja shoyu que, além de conter um alto teor de sódio, acaba por mascarar o equilíbrio dos sabores.

Aloha!

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