
Jornalista e colunista de futebol feminino do Esportes do O POVO. Graduada em Jornalismo no Centro Universitário Sete de Setembro (Uni7). Já passou por assessorias de imprensa e foi repórter colaborativa da plataforma de notícias VAVEL Brasil
Jornalista e colunista de futebol feminino do Esportes do O POVO. Graduada em Jornalismo no Centro Universitário Sete de Setembro (Uni7). Já passou por assessorias de imprensa e foi repórter colaborativa da plataforma de notícias VAVEL Brasil
O sentimento de alívio imperou no CT Ribamar Bezerra no último domingo, 23, pelo menos do lado do Fortaleza. Apesar do jogo difícil contra o Uda-AL, as Leoas conseguiram a classificação para o mata-mata do Brasileirão Feminino A2 em um jogo cheio de emoções, mas também de dramas desnecessários.
Até aqui, a campanha do Tricolor do Pici no certame nacional tem tido um enredo de dificuldade pelas próprias limitações do grupo. A classificação não estava garantida de forma antecipada como outros anos, por exemplo, porque, fora de casa, a equipe comandada por Erandir não somou nenhum ponto. Foram três derrotas, com cinco gols tomados e apenas um marcado.
Dentro de casa, também houve apresentações difíceis, apesar dos 100% de aproveitamento, com 20 gols marcados e quatro tomados, como no triunfo por 2 a 1 diante do Remo e o próprio jogo contra o Uda-AL, que terminou em 4 a 3.
A equipe alagoana chegou a correr atrás do resultado e ainda a marcar um gol perigoso nos minutos finais, de modo que nem marcando quatro gols as Leoas puderam respirar fundo até o apito final — até porque jogavam com uma atleta a menos pelo segundo tempo completo, após expulsão de Flávia Pissaia.
Para o mata-mata, que terá jogo de ida durante a semana e jogo de volta já entre o sábado e o domingo, em horários e locais a serem confirmados pela CBF, o grupo cearense precisa demonstrar um pouco mais do que vem apresentando até aqui, principalmente porque os embates contra o Juventude, válidos pelas quartas de final da competição, já irão determinar ou não o acesso. E o tempo de preparação é, lamentavelmente, escasso. Além do mais, o jogo de volta ocorre sob mando gaúcho, o que não tem sido uma prerrogativa boa para as Leoas até aqui.
Para olhar para o lado cheio do copo, vale ressaltar que a equipe tem, pelo menos entre suas principais jogadoras, a artilheira do certame. Com os três gols feitos contra o Uda-AL, Bea é isolada a goleadora da competição, com nove tentos marcados. Ela pode ser um ponto decisivo para as Leoas em um momento do campeonato que pede assertividade e nada mais.
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