Lucas Mota é repórter de Esportes de O POVO. Estudou jornalismo na Universidade 7 de Setembro e na Universidad de Málaga (UMA). Ganhou o Prêmio CDL de Comunicação na categoria Webjornalismo e o Prêmio Gandhi de Comunicação na categoria Jornalismo Impresso, e ficou em 2º lugar no Prêmio Nacional de Jornalismo Rui Bianchi
O ouro de Bia é um testemunho do poder do trabalho duro e da dedicação. A imagem da judoca falando com seus pais ficará para sempre gravada como um dos grandes momentos do Brasil nos Jogos Olímpicos
Foto: Alexandre Loureiro/ COB
A judoca brasileira Beatriz Souza recebendo a medalha no pódio após vencer a israelense Raz Hershko e conquistou a medalha de ouro na categoria mais de 78kg no judó feminino
O início da tarde de ontem ficará marcado na memória de milhões de brasileiros como o momento em que Beatriz Souza, a gigante do judô, conquistou a medalha de ouro na categoria acima de 78kg, na Olimpíada de Paris. Aos 26 anos, a judoca paulista foi responsável por garantir a 1ª medalha de ouro do Brasil na atual edição dos Jogos.
Enfrentando a israelense Raz Harshko, Beatriz demonstrou uma combinação impecável de técnica, força e determinação, levando-a ao topo do pódio. No caminho até a decisão, despachou até a número 1 do mundo dentro da casa dela, a francesa Romane Dicko.
Em entrevista ao repórter Marcelo Courrege, do SporTV, Beatriz, visivelmente emocionada, compartilhou um momento íntimo com seus pais, transmitindo ao vivo um sentimento de gratidão e superação que tocou a todos que assistiam. “Eu consegui. Deu certo, mãe. Pai, eu consegui. Foi pela vó. Amo vocês.”
O ouro de Bia é um testemunho do poder do trabalho duro e da dedicação. A imagem da judoca falando com seus pais ficará para sempre gravada como um dos grandes momentos do Brasil nos Jogos Olímpicos. Seu triunfo no tatame é reflexo de disciplina, foco e paixão pela modalidade.
Ver a emoção da campeã após a luta é um lembrete poderoso de que, por trás de cada atleta, há uma história de sacrifício, dedicação e amor. Muitas vezes, as medalhas e os troféus são vistos apenas como símbolos de sucesso, mas, para Beatriz e muitos outros atletas, eles representam anos de esforço incessante, desafios superados e a capacidade de se levantar após cada queda. Sua vitória é uma celebração desses momentos, uma prova de que cada segundo de dor e esforço vale a pena.
Além disso, o impacto de sua vitória vai além das fronteiras do esporte. Beatriz Souza não é apenas uma judoca extraordinária; ela é uma gigante no coração de todos os brasileiros. A subida dela ao lugar mais alto do pódio inspirará milhares de jovens a perseguirem seus sonhos e acreditarem que, com determinação e apoio, tudo é possível.
Parabéns, Bia! Você é gigante! Seu exemplo e sua jornada nos lembram que, com coragem e perseverança, podemos alcançar grandes alturas. Sua vitória não é apenas um ouro olímpico, é uma chama de esperança que brilha intensamente no coração de todos os brasileiros.
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