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Tristezas mis
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Lúcio Brasileiro é memória viva da sociedade fortalezense. Mantém coluna diária no O POVO e programa na Rádio O POVO CBN. É apontado como o jornalista diário mais antigo do mundo.

Lúcio Brasileiro comportamento

Tristezas mis

Os momentos marcados pelos sentimentos de comoção
Tipo Opinião
ISA Martins e Daniele Florêncio (Foto: acervo pessoal)
Foto: acervo pessoal ISA Martins e Daniele Florêncio

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Partida de Albanisa Sarasate, que me deu O POVO.

Ir ao aeroporto esperar Maristher Gentil e recebê-la em cadeira de rodas.

Estar em casa de Paulo Carvalho e testemunhar todos chorando pela partida de Fernanda.

Presenciar Helena Aguiar totalmente distante daquela, na homenagem oficial a seu amado dr Ossian.

Ver o meu irmão Dário Macêdo posto na Casa Civil, quando seu lugar era a Chefia de Imprensa, tal a benquerença que seus colegas jornalistas lhe devotavam.

Esperar, e não ver, o grandioso Virgílio Távora vice-presidente ou, pelo menos, ministro da Revolução.

Saber que anfitriã maior, Nicinha Pinheiro, estava com os rins atacados, sem grandes possibilidades.

Saber que Ivone Faria, após ser apontada pela colunista de O Globo, Hidelgard Angel, a mais elegante no banquete do Hotel Plaza de Nova York, homenageando seu tio Luiz Eduardo Campelo, estava atingida num dos seios, que seu irmão Fernando resolveu tirar logo os dois.

Encontrar o grande amigo José Alcy Siqueira totalmente abatido pelo diabetes, numa Sereia no Ideal.

Partida de uma das mulheres mais fascinantes de todos os tempos, Natália Brasil Parente, no primeiro dia do ano (1956), para nunca mais voltar ao Ceará.

Saber, lamentavelmente, que a fita de Casablanca que comprei na Quinta Avenida para o grandioso Darcy Rocha, chegara arruinada.

Amputação da perna de Hugo Quinderé, que foi meu anfitrião na Vieira Souto do Rio.

Mal que acabou com um dos meus maiores irmãos civis, Luís Frota.

Os últimos anos de Manoel Porto, presidente do Ideal, que me disse, na tarde do meu primeiro ano (1955), enquanto arrumava as mesas para o Réveillon: Aqui, você não precisa de convite.

Foto do Lúcio Brasileiro

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