
Uma das tradições portuguesas é encerrar um repasto com aguardente Vínica. Uma bebida concebida na destilação do vinho. Do cálix, um pouco vai para xícara do cafezinho. Aqui, dado o clima, muitos a mantém no freezer.
Sua prima, a Bagaceira, tem por insumos as cascas da uva, talinhos e sementes, o que lhe confere mais rusticidade. É quase como comparar Armagnac (1 destilação) e Cognac (bi-destilado).
A apresentação é linda, lembrando a azulejaria lusa. Mas como eu costumo dizer: "Quem bebe rótulo se engasga".
Natalia Martins e Luciano Lima foram o "sim" vespertino dessa quinta, no Eco Residence, das Fleixeiras.
"Se recusares disciplinar o teu filho, dás provas de que não o amas devidamente; se o amasses saberias castigá-lo sempre que é preciso". (Provérbios 13:24)
Entra Fabio Timbó para concorrer. As demandas são justas: apatia no episódio da Taxa do Lixo, o Quinto Constitucional, outrora com participação da classe... Atoa nomes de representatividade.
Por outro lado, a leveza de Christiane Leitão, fechada com todas as sub-seções, empresariado e sua proximidade com a caneta amarela, mostram um grande desafio. Ademais, "em mulher não se bate nem com uma flor".
Reza um ditado que "eleição rima com mineração, porque o resultado só é conhecido depois da apuração".
Os Irmãos Moreira, do Allêz, não esqueceram nem da faca (manufaturada) Laguiole, um item tradicional da Aquitânia. Os saca-rolhas estão também na wish list, pelo design e pela resistência. A batata frita deve ter sido inspirada no mítico Chez L'Ami Louis, que agora é do grupo LVMH (leia-se Bernard Arnault).
Outro artesanato interessante da região é o "bâton de marche" basco ou maquila. A família Bergara já remonat a 7a.geração. São usados para caminhar nas montanhas. Muitos possuem lâmina, para defesa pessoal. Os randonnée estão muito em uso, nas atividades esportivas. O de Ariège não é tão sofisticado, mas é feito também por famílias artesãos, em negócios perpetuadores da tradição.
Ainda bem que voltaram os cardápios físicos. Mas talheres postos direto na mesa, despertam minhas idiossincrasias. O custo do jogo americano de papel pode ser diluído com a inserção midiática.
Maurício Benevides chega na quarta e, como bom anfitrião, receberá o presidente Weiber Xavier para degustar um Sauvage, o Lur-Saluces ou melhor dizendo, Sua Majestade d'Yquem, uma das marcas pinaculares do conglomerado LVMH.
O rei dos Sauternes, na paleta de cores, juntou o verde com o cinza, e deu amarelo-ouro. É um fungo chamado Botrytis Cinerea, que retira a água dos frutos das vides, ocasionando o aumento dos açúcares. Esse bordalês é classificado Premier Cru Supérieur e posiciona-se aos lado daqueles 5, de Bordeaux.
Mudando de assunto, outra bem-vinda intrometida é a Brettanomyces, a Brett, levedura, responsável pelo cheiro de cavalo, sentido nos tintos, brancos e até em cervejas. O Chile tem seu calo, a Pirazina, um composto que imprime um sabor de pimentão.
Luciana e André Ribeiro separam uns dias para Orlando.
Parabenizando o professor Vasco Vasconcelos, pedi a inclusão, na grade da Metafísica, de aulas sobre a Lei do Retorno.
Lembranças de banco colegial. A classe parecia um front. Em meio aos gritos dos alunos, arremessos de bolinha de papel, a professora Deíse (de Inglês), fez um aparte, com olhar crítico e em voz baixa: "Saiam sempre no melhor da festa". Nunca mais esqueci.
A lista, dos que saíram cedo do baile, é longa. Nela estão: John Kennedy, Marilyn Monroe, Elvis, lady Di, Elis Regina, Senna, James Dean, Noel Rosa, Dolores Duran, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison, Ritchie Valens (La Bamba), Bobby Darin (Beyond The Sea), Castro Alves, Michel Petrucciani, Van Gogh, Mozart, Schubert, Giorgione, Glen Miller, Vivaldi, Amy Winehouse, Rodolfo Valentino, Caravaggio, Rafaelo, Ismael Nery e Augusto dos Anjos, num breve apurado.
Mesa pinacular de executivos do algodão, ontem, no baile da International Cotton Association, em Liverpool, era composta por Daniel Moura, Henrique Snitcovski, Alexandre Lins e Joe Nicosia, da Louis Dreyfus Commodities, uma das opiniões mais abalizadas da matéria, em conceito mundial.
É outubro. Embora consigamos alcançar as cãs, percebo o quanto nossa infância está perto de nós, presente, não importa a idade. Viva, uma atuante interlocutora. Experiências boas e más, lacunas, saudades, cheiros, sabores, desejos...
Um nouveau riche, no exterior, numa tarde de shopaholic, ligou para uma amiga, que fazia as vezes de sua personal shopper, e perguntou: - Qual relógio eu compro?
Ela sugeriu A. Lange & Söhne, Patek, Bovet, Moinet, F.P.Journe, Audemars P., Moinet, Jacquet Droz, Breguet, Jacob, Roger Dubuis e Greubel Forsey.
Daí ele dispara: - Não, não. Eu quero relógio que o povão conheça.
Diarley Almeida celebrando seu 1o. ano de franquia do Ital'in House. Afirmou que Fortaleza mostrou sua afeição por massas e risotos, buscando esse tipo de cibo diariamente.
Carlos Antero movimentando a cave do Oaso, com voz de Ingrid Sales, subsidiando as quartas-feiras.
Em novembro, 22, se viva fosse, a saudosa Cobi Postma, uma elegante holandesa, que fez muitos amigos por aqui, estaria abençoando o neto Jacko Zuiderman, filho de Tessa Koopmans e Jacob Koopmans. A noiva, Janile, cujos pais são Veronica Binoya-Edgardo Mediana, possui raízes filipinas.
Amigos cearenses irão, sendo recepcionados pelo patriarca Andrée, Mr.'P', no hotel de charme da família, na aconchegante Harlingen, distante 2 horas de Amsterdão.
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