Logo O POVO+
Sem adversário, Ednaldo Rodrigues é reeleito presidente da CBF de forma unânime
Esportes

Sem adversário, Ednaldo Rodrigues é reeleito presidente da CBF de forma unânime

O dirigente foi votado pelas 27 federações estaduais, pelos 20 clubes da Série A e pelas 20 equipes que compõe a Série B
Edição Impressa
Tipo Notícia Por
Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, em sorteio da Copa do Nordeste 2025 (Foto: João Gabriel Alves/CBF)
Foto: João Gabriel Alves/CBF Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, em sorteio da Copa do Nordeste 2025

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, foi reeleito para mais cinco anos de mandato na entidade. A votação, confirmada de maneira unanime, ocorreu ontem. 

Sem oposição, a chapa “Por um Futebol Mais Inclusivo e Sem Discriminação de Qualquer Natureza”, composta por Ednaldo Rodrigues, Ricardo Lima, Reinaldo Rocha Carneiro Bastos, Gustavo Oliveira Vieira, Gustavo Dias Henrique, Ednailson Leite Rozenha, Antônio Roberto Rodrigues Góes da Silva, Leomar de Melo Quintanilha e Rubens Renato Angelotti, obteve apoio das 27 federações estaduais.

Os 20 clubes da Série A e os 20 da Série B também endossaram a candidatura do mandatário vigente. “Mesmo com toda dificuldade, conseguimos esse objetivo. Para uns, melhorou mais. Para outros, melhorou menos. Mas que melhorou, melhorou”, disse Ednaldo após o pleito.

 

No cargo desde 2021, quando assumiu de forma interina após o afastamento de Rogério Caboclo por denúncias de assédio, Ednaldo Rodrigues vai para seu terceiro mandato, o segundo por vias de votação, na CBF.

“A a gente vai procurar fazer um mandato que busque cada vez mais o fomento do futebol brasileiro, lutando pela purificação desse futebol e pela inclusão social e principalmente no combate ao racismo e a todo tipo de discriminação”, disse o mandatário em entrevista a CBF TV.

Tido como o único nome de oposição para a candidatura de Ednaldo, o ex-atacante Ronaldo retirou a sua candidatura faltando 11 dias para a eleição, após não obter apoio o suficiente para ter sua chapa aprovada.

"As federações se recusaram a me receber em suas casas, sob o argumento de satisfação com a atual gestão e apoio à reeleição. Não pude apresentar meu projeto, levar minhas ideias e ouvi-las como gostaria. Não houve qualquer abertura para o diálogo".

"O estatuto concede às federações o voto de maior peso e, portanto, fica claro que não há como concorrer. A maior parte das lideranças estaduais apoia o presidente em exercício, é direito deles e eu respeito, independentemente das minhas convicções", disse o empresário em uma publicação no Instagram.

O que você achou desse conteúdo?