Marcos Sampaio é jornalista e crítico de música. Colecionador de discos, biografias e outros livros falando sobre música e história. Autor da biografia de Fausto Nilo, lançado pela Coleção Terra Bárbara (Ed. Demócrito Rocha) e apresentador do Programa Vida&Arte, na Nova Brasil FM
Foto: Divulgação
Capa do disco 'O lado B da bossa', de Roberto Menescal e Cris Delanno
Amigos há décadas, Menescal e Dellano já trabalharam juntos um sem número de vezes. Mas seguem provocando um ao outro, como nesse disco dedicado a um lado menos popular da bossa nova. De fato, ficaram de fora pilares como "Garota de Ipanema" e "Chega de Saudade", mas a busca pelo tal "lado B" parece medrosa ao final das 11 faixas. Ainda mais pelo disco envolver dois nomes que conhecem esse estilo de có e salteado. Vá lá que "Ah se eu pudesse" foi uma exigência de Cris, mas tem música muito mais obscura do que "O negócio é amar" e "Este seu olhar". Sim, o disco é elegante, a parceria é verdadeira e Cris é uma senhora cantora. Mas "O lado B da bossa" precisaria de um pouco mais de força de vontade para atingir seu potencial histórico e arqueológico.
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