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Morre o músico Tarcísio Sardinha
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O jornalista Eliomar de Lima escreve sobre política, economia e assuntos cotidianos na coluna e no Blog que levam seu nome. Responsável por flashes diários na rádio O POVO/CBN e na CBN Cariri.

Morre o músico Tarcísio Sardinha

Era parceiro de muitos como Falcão e Fausto Nilo e dava o ar de seu talento acompanhando, quando de show em Fortaleza, nomes nacionais
Tipo Notícia
Tarcísio Sardinha (Foto: Divulgação)
Foto: Divulgação Tarcísio Sardinha

Morreu, nesta segunda-feira, em Fortaleza, o músico Tarcísio Sardinha ((58). O velório ainda não foi definido pela família. Falência multipla de órgãos foi a causa. Ele estava internado desde o dia 6 de janeiro no Hospital Regional Unimed, onde dera entrada com uma parada cardiorrespiratória. Deixa dois filhos e neto, e um monte de amigos e criações musicais.

Uma pena para a nossa música cearense essa perda. Além de excelente músico, um grande arranjador.

Era parceiro de muitos como Falcão, Paulinho Pedra Azul e Fausto Nilo e dava o ar de seu talento acompanhando, quando de show em Fortaleza, nomes nacionais. Foi também parceiro de Belchior em shows pelo interior do Estado. 

Sardinha

Nascido em São Luiz do Maranhão no dia 14 de março de 1964, ere filho da dona Simone e do seu Zé Carvalho. De uma família com a música no sangue, é irmão do maestro Gladson Carvalho e da pianista e violonista Patrícia Carvalho; a filha Bárbara Sena é música e atriz. O sobrinho Saulo também é músico. As outras irmãs são a Cristina, cantora e poetisa, e a Kátia.

“Minha lida com a música começou quando, aos domingos, eu ia à casa do meu avô com o meu pai e eles ficavam ouvindo chorinho. Chorinho que marcaria o início de carreira, e que ainda hoje tenho por estilo determinante na vida artística. De lembrança, com a compreensão de que aquilo era música boa, acredito que eu contasse nesse tempo algo em torno de cinco a seis anos de idade. E de tanto ouvir o chorinho do Altamiro Carrilho e do Jacob do Bandolim e comecei a me interessar, e me envolver”, dizia.

De 1979 aos dias de hoje, a rotina era essa: tocar, gravando com grandes artistas, dando aula e fazendo arranjos. "Minha vida é somente música", dizia sempre.

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