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Colunista e editor-chefe dos núcleos de Economia e Negócios do O POVO. Também é âncora da rádio O POVO-CBN e apresenta flashes na rádio CBN Cariri e em breve na rádio CBN Teresina. É o editor-geral do Anuário do Ceará e do Guia de Investimentos de São Paulo

jocelio-leal • Opinião

Covid-19: Presidente da Abrasel diz que clientes serão serão os maiores fiscais

Ele afirma que comer continua sendo seguro em bar e restaurante e destaca que a OMS e a Anvisa não mudaram nenhum regramento com relação aos procedimentos de segurança dos alimento, poiso vírus não se transmite pela comida. Ele defende protocolo rigoroso a ser seguido por funcionários Por
Paulo Solmucci conversou com o jornalista Jocélio Leal
Paulo Solmucci conversou com o jornalista Jocélio Leal

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Fortaleza - O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci, diz que o principal desafio das casas do ramo será conseguir que o consumidor esteja consciente e instruído da melhor forma de se comportar. "Ele será o maior vigia, porque os órgãos públicos não terão como acompanhar 1 milhão de estabelecimentos".

Ele sugere que os clientes nunca sentem em mesas de desconhecidos, como mesas coletivas. Paulo sugere que haja escalonamento de saídas de funcionários das empresas para almoço, de modo a evitar aglomeração.

Quanto aos funcionários, ele afirma que os protocolos incluirão máscaras, atenção com procedimentos de higiene e manuseio de cardápios, por exemplo.

"Comer continua sendo seguro em bar e restaurante. A OMS (Organização Mundial da Saúde) e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não mudaram nenhum regramento com relação aos procedimentos de segurança dos alimentos. É claro para estas entidades que o vírus não se transmite por meio dos alimentos".

Paulo lamenta que o dinheiro dos bancos não esteja chegando à base. "Banco em geral nunca foi entidade muito boazinha", define.

Os cinco maiores bancos, responsáveis por 94% do crédito às empresas do País, diz ele, divulgaram parcelamentos de empréstimos, mas os juros cresceram.

"Esperar solidariedade de bancos no Brasil é impossível, precisamos da mão forte do Estado para aumentar a concorrência. A verticalização dos bancos- nas maquinetas, nos seguros e nos cartões, por exemplo - é alvo da Abrasel no Cade (o órgão antitruste do País).

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