Joelma Leal
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Joelma Leal escreve sobre o mercado de comunicação e publicidade. Jornalista de formação, é especialista em Marketing pela UFC e editora-executiva do Anuário do Ceará. No O POVO, esteve à frente da assessoria de comunicação do Grupo, de 7 de janeiro de 2010 a 7 de janeiro de 2021.

Noticia

ACADi apoia pesquisa da USP sobre situação de comunicadores na pandemia

Os respondentes poderão participar anonimamente, de modo a ter seu sigilo preservado
O formulário permanece disponível até o dia 30 de abril
O formulário permanece disponível até o dia 30 de abril

O Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho (CPCT) da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), desenvolveu uma pesquisa com o objetivo de compreender mais sobre a situação de trabalho dos comunicadores brasileiros após um ano de enfrentamento da Covid-19 no País.

A Associação Cearense de Agentes Digitais (ACADi) é uma das apoiadoras da iniciativa a fim de ampliar o número de respondentes da pesquisa e ajudar a fazer o levantamento.

O formulário da pesquisa Como trabalham os comunicadores no contexto de um ano da pandemia da Covid-19?, que pode ser acessado aqui, estará disponível para preenchimento entre os dias 5 e 30 de abril no site do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho e de outras entidades parceiras, como a ACADi. Os respondentes poderão participar anonimamente, de modo a ter seu sigilo preservado.

As respostas não serão identificadas e a pesquisa não tem fins comerciais. O tempo médio de resposta para o questionário é de 20 minutos e o participante terá acesso ao relatório com os resultados da pesquisa.


Covid-19 em 2020 – O estudo inicial do CPCT sobre o tema foi promovido no começo do distanciamento social e reuniu 557 participantes de todo o país e do exterior.  Intitulado Como trabalham os comunicadores em tempos de pandemia da Covid-19?, o  relatório final evidenciou o aumento da jornada e do volume de trabalho, que tornou bem mais estressante a rotina dos comunicadores, que tiveram de conciliar a profissão com os cuidados da casa e dos filhos. O relatório desta pesquisa,
feita no primeiro semestre de 2020 e transformado em e-book, pode ser consultado aqui.

Na ocasião, 70% dos profissionais reclamaram que o ritmo de trabalho estava bem mais intenso tanto para quem atuava na modalidade home office quanto para quem se mantinha em atividade presencial. Além disso, a pesquisa também destacou que as rotinas de produção sofreram muito com o distanciamento social, já que o contato com as fontes de informação, empresas e clientes ficou limitado, o que exigiu mais atenção e rigor na organização do trabalho.

Outras informações sobre a pesquisa atual podem ser obtidas pelo e-mail comunicacaoetrabalho@gmail.com.


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