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Diana Azevedo: Sem engenheiros, não há desenvolvimento nem soberania
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A jornalista, poeta e escritora Lêda Maria escreve sobre política, cultura e sociedade. É autora de duas edições do livro ''Memória Gastronômica das Famílias Cearenses'' e participante de várias antologias nacionais e internacionais, como ''A Literatura das Mulheres da Floresta'' e ''Assim Escrevem as Brasileiras''.

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Diana Azevedo: Sem engenheiros, não há desenvolvimento nem soberania

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Jeritza Gurgel, Colombo Cialdini e Martinha Assunção (Foto: Marta Assunção/Divulgação)
Foto: Marta Assunção/Divulgação Jeritza Gurgel, Colombo Cialdini e Martinha Assunção

A matéria principal de nossa página do dia 2 de fevereiro, com o título "Apagão dos Engenheiros: uma crise preocupante", permanece alcançando grande repercussão. Sabemos, inclusive, que, em um curso de Engenharia, um professor levou a coluna para ser lida e comentada. Agora, valorizando a informação, a vice-reitora da UFC, Diana Azevedo, membro da Academia Nacional de Engenharia, deu entrevista à colunista, oferecendo opiniões valiosas.

Diana Azevedo destaca que: o cenário educacional brasileiro enfrenta um desafio crítico com a redução acentuada de calouros e matrículas em cursos de engenharia, gerando, realmente, um alerta de apagão profissional em setores estratégicos. Atualmente, apenas 12% dos estudantes do ensino médio expressam interesse na carreira, um dado preocupante quando comparado à densidade global desses profissionais: o Brasil forma cerca de 5 engenheiros por 10 mil habitantes, enquanto a Coreia do Sul forma 160. A China gradua 25 vezes mais engenheiros que o Brasil anualmente. Superar esse déficit é vital para o País, que vive um momento crucial de transição energética e demanda de especialistas para garantir a soberania no projeto, implantação e operação de grandes empreendimentos e da infraestrutura viária e de construção civil.

O que fazer para reverter
essa trajetória?

"Para reverter essa trajetória", afirma Diana Azevedo, "é indispensável uma articulação robusta entre as universidades, Academias de Engenharia (nacional e estaduais), os governos e o setor produtivo não acadêmico." Políticas públicas como o programa Nova Indústria Brasil (NIB), que prevê investimentos massivos em descarbonização e inovação, devem ser integradas a ações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para modernizar o ensino. O compromisso do setor empresarial, lembra a entrevistada, liderado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foca na criação de parcerias universidade-empresa que ofereçam estágios de alto nível e educação continuada. "Sem engenheiros, não há desenvolvimento econômico e social possível, tampouco soberania", alerta Diana Azevedo. Ela também é engenheira química.

ELEIÇÕES 2006. Estamos na fase de botar bode e cabras na sala, por parte de lideranças, partidos e grupos políticos, com o objetivo de criar dificuldades eleitorais, em especial na composição das chapas. Como a base governista é hiperampla, a tendência é que o rebanho de caprinos não caiba na sala.

O Lego é ciência e diversão. A Universidade de Fortaleza realizará hoje nova edição do Projeto Jovem Cientista, reunindo crianças de 9 a 12 anos. Organizado pelos Núcleos de Inovação e Pesquisa (NIPs) da Vice-Reitoria de Pesquisa (VRP), o evento traz o tema "Explorando ciência com diversão: Gestão e Comunicação como processos científicos", para demonstrar como a metodologia científica pode ser aplicada na resolução de problemas do dia a dia e na gestão de projetos, usando o Lego como ferramenta de materialização do pensamento.

A pré-estreia do filme "Praia de Iracema e Vila Morena - História e lendas" atraiu para o Cineteatro São Luiz, noite de 6 de fevereiro, plateia entusiasta e curiosa, lotando o espaço e aplaudindo os idealizadores do documentário, João Flávio Nogueira e Jonathan Machado, ao lado dos colaboradores Antônio Porto, Ernani Barreira, Juarez Leitão, Nirez, Sebastião Ponte, Henrique Braga e Luciano Maia. Um presente histórico, cheio de beleza.

Permanece sendo bem lembrado o Pré-Carnaval do Li$o Bar, realizado na Barraca Santa Praia (Liége Xavier), na Praia do Futuro. Colombo Cialdini, muito feliz, comemorou os 30 anos do evento, este ano contando com a parceria competente de Martinha Assunção, que ali acompanhou a beleza do cenário e montou seu lounge para receber 200 convidados identificados pela animação.
Uma programação de Carnaval entre alegrias e envolvendo toda a família está planejada para o Beach Park, combinando boa música, cores, diversão e experiências para todas as idades. Serão experiências espalhadas pelos quatro resorts do grupo - Acqua, Wellness, Oceani e Suites - e atrações especiais nos dois parques do destino, o Parque Arvorar e o Aqua Park, eleito o segundo melhor parque aquático do mundo e o melhor das Américas pelo TripAdvisor 2025. A folia também está presente na Vila Azul do Mar, espaço de convivência com shows, restaurantes, lojas e atrações para adultos e crianças.

 

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