Lúcio Brasileiro é memória viva da sociedade fortalezense. Mantém coluna diária no O POVO e programa na Rádio O POVO CBN. É apontado como o jornalista diário mais antigo do mundo.
Lúcio Brasileiro é memória viva da sociedade fortalezense. Mantém coluna diária no O POVO e programa na Rádio O POVO CBN. É apontado como o jornalista diário mais antigo do mundo.
O maior pizzeiro que o Cumbuco já teve, chef Rulio.
Restô Castanha, melhor lagosta, apesar da denominação pouco feliz.
Ana (Anita) Cavalcanti, cujo grupo, depois que ela partiu, como que acabou.
Laranja Mecânica, onde o barmano Roney balançava os coquetéis.
Arquiteto Reginaldo Rangel, que depois se mudou pra Tabuba, e que ofereceu, com Norma, meu primeiro jantar receptivo.
Leopoldo Vasconcelos, que quis ser fazendeiro, só que fazendeiro não tem onda.
Arialdo Pinho, meu único vizinho colado, que, ao contrário da roda, só bebia solitária batida de goiaba.
Caranguejada do Aldenor, feita na cerveja, feijão e legumes.
Restô do Farioli e depois do Germano, que não existe mais.
Porto do Capitão Bosco, que fornecia mudas para os praianos veranistas.
Ribeirinha do presidente do Ceará, Antônio Góis, e saudosa Célia, que festejaram meu natalício num sábado, onde recebi placa de praça com meu nome, e que está pregada na frontal do Ugarte.
Primeira quadra de tênis da orla, em casa dos Targino.
Francinélio Monte, batido por câncer, que habitava com Darcy orla oeste.
Wilma Patrício, maior frequentadora do Ugarte, que por anos sustentou a casa.
Encontros sabadinos em casa de Lucinha e Raimundo Dias.
Feijoada servida em louça marajoara, de Lelé e Francisco Jatahy.
Bar-restô de Roberta e coronel Medeiros.
Restô do Gaúcho, e depois, da mulher separada dele.
Pôr do Sol do Horizonte Novo, instituído por Luciano Girão, com a bênção de frei Felipinho.
Bodega e mercearia do Carlito, onde Neide, sua mulher, preparava lagosta recém-pescada, e foi o primeiro telefone da orla.
Casa original de Wilma Patrício, de costas pro mar, que depois passou pra Tabuba, de frente pras dunas, hoje quase inteiramente desativada, porém, excelentemente conservada, como é de seu estilo.
Inesquecíveis Nivaldo e Esmeralda, encontros dominicais que, muitas vezes, anoiteciam, tendo de comensais Luiz e Lurdes Gentil, consogros.
Casa ribeirinha de Sérgio Porto, muito bem construída, porém, que durou pouco.
Zenilo e Miriam Almada, que acasalavam a turma do Ideal, sob chefia do Paulo Bandeira.
Bil e Márcia Farias, que tinham casa ao leste, antes de se mandarem de volta pra capital.
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