Por Hamilton Nogueira. Pedagogo, jornalista, ex-analista de sistemas e mestre em Ciência Política com trabalho em Desinformação. Escreve sobre Tecnologia na perspectiva do comportamento, desenvolvimento e esperança de dias melhores
Por Hamilton Nogueira. Pedagogo, jornalista, ex-analista de sistemas e mestre em Ciência Política com trabalho em Desinformação. Escreve sobre Tecnologia na perspectiva do comportamento, desenvolvimento e esperança de dias melhores
Você certamente viu a foto do presidente Lula numa praia circulando fortemente (com direito a trocadilho) na rede nos últimos dias. Nesta versão, claramente manipulada, o presidente, de costas, estava "sarado" demais. Quem compartilhou espera que a mensagem seja entendida como: ele tem vigor para a disputa eleitoral de 2026.
Todos os recursos semióticos dispostos para isso. Mas aí vem a pergunta, é fake news? Não. Não porque não é news, não é notícia, não se apropria da linguagem jornalística para vender uma mentira. Embora a foto, na versão manipulada, não contenha uma verdade.
O conteúdo se assemelha mais aos "memes", essa nova palavra que indica uma abordagem de comunicação própria da internet - legítima e divertida, porém até certo ponto. Muitas das postagens de um Lula com as costas musculosas, até contam com a sua percepção de que não é verdade para que viralizem.
Pisa na linha do que é legal ou não, uma vez que a internet nos desafia a compreender esse mundo novo. É uma ironia digital, digamos assim, o que não exclui a necessidade de um rótulo que indique a manipulação do conteúdo.
De 27 de janeiro a 12 de fevereiro, o professor e pesquisador do IFCE, Sandro Jucá, realizará uma visita acadêmica a universidades e instituições de pesquisa na China. Vai conhecer estudos em andamento para estabelecer caminhos de cooperação científica e tecnológica. Há um olhar especial para energias renováveis, hidrogênio verde, automação de processos, tecnologias imersivas e ensino inclusivo das diversidades - mais pragmatismo no teor das pesquisas, impossível. Wally Menezes, reitor do IFCE, considera fundamental e estratégica, a visita em função do potencial acadêmico e desenvolvimentista.
O Ceará registrou 1.139 inscrições, até o momento, no Programa Centelha 3, que já contabiliza mais de 9 mil propostas. É um projeto nacional que apoia novos negócios e capacita empreendedores em todo o País.
Vai no cerne de uma economia fundamental, composta não apenas por startups que crescem e são vendidas para empresas maiores, mas também por pequenos negócios, cirúrgicas soluções que movimentam dinheiro, criam empregos e ocupam mentes jovens produtivas.
Ao mesmo tempo que despertam curiosidade e estimulam a qualificação.
O Espírito Santo, campeão de submissões, inscreveu 1.897 propostas. Em segundo vem o Ceará. A etapa atual prevê investimento total de R$ 160 milhões - o maior já realizado pelo programa. Com meta de apoiar 1,1 mil novos empreendimentos inovadores, o Ceará entra bem na disputa porque tem bem estruturado o seu programa local.
Trata-se do Corredores Digitais, iniciativa do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece). Este tem eixos organizados e didáticos já a partir dos nomes: Bora Criar, Bora Construir e Bora Crescer. Esse regionalismo é fundamental para ser bem compreendido.
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