Vertical é a coluna de notas e informações exclusivas do O POVO sobre Política, Economia e Cidades. É editada pelo jornalista Carlos Mazza
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O prefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT), criou um grupo político para trabalhar diretamente na composição da chapa de vereadores da base do pré-candidato à reeleição. Já nesta quarta-feira, 20, esse comitê se encontra pela primeira vez, em reunião em um restaurante no bairro Varjota, para definir diretrizes do bloco governista na disputa por cadeiras no Legislativo. Além do próprio chefe do Executivo, fazem parte do colegiado o ex-presidenciável Ciro Gomes, o ex-prefeito Roberto Cláudio, o presidente da Câmara Gardel Rolim, o deputado estadual Antônio Henrique, o vice-prefeito Élcio Batista, o articulador Elpídio Moreira e o chefe de gabinete da gestão pedetista, Renato Borges.
Ciro, Sarto e RC comandam o encontro de quarta, ao meio-dia, ao lado dos presidentes dos nove partidos que fazem parte do arco de sustentação da Prefeitura. A intenção é ajustar o desenho da chapa de vereadores na Capital.
O Paço calcula chegar a 400 candidatos a uma cadeira na Câmara Municipal espalhados por essas legendas. Desse total, o governo Sarto projeta eleger ao menos 30 parlamentares, dos quais 14 seriam apenas do PDT.
O movimento também explicita a entrada de vez de Ciro na articulação política para reeleger Sarto. A agenda é a primeira de uma série de atividades previstas para o pedetista logo depois de o irmão Cid Gomes se desfiliar do PDT.
Hoje no PSB, Cid deixou a sigla após o racha de julho de 2022 durante a escolha de Roberto Cláudio como candidato do PDT ao Governo do Estado. As eleições municipais de 2024, então, vão ser um teste de fogo para os ex-aliados.
No PT de Fortaleza, o fim de semana foi de correria para os pré-candidatos à Prefeitura. Evandro Leitão, Guilherme Sampaio e Luizianne Lins se movimentaram, sobretudo o presidente da Alece e a ex-prefeita, que vêm duelando.
Correndo por fora, Larissa Gaspar tenta compensar desvantagem numérica com uma costura intensa para a formação de uma base militante na Cidade. Dos cinco nomes petistas, apenas Artur Bruno tem se mantido mais parado.
Embora 2026 esteja distante, eleitoralmente a briga pelas duas vagas no Senado já começou. No Ceará, estão no páreo Eunício Oliveira (MDB), o ex-suplente de senador Chiquinho Feitosa (Republicanos), José Guimarães (PT) e o senador Cid Gomes (PSB).
Esse quarteto corresponde somente aos nomes presentes no bloco à frente do Governo do Estado. Do grupo, três surgem com mais força: Cid, Eunício e Guimarães, que, não por acaso, concorrem entre si também no interior cearense.
Para os dirigentes, a agenda de filiações de prefeitos Ceará adentro vem sendo o termômetro para cacifá-los daqui a dois anos a um mandato de senador. Como são apenas duas cadeiras, no entanto, alguém vai ficar pelo caminho.
A Comissão de Direitos Humanos e o Memorial da UFC promovem no dia 1º de abril o seminário "64 - razões para não esquecer", a partir das 9 horas, no auditório da reitoria. Pela manhã, os debates se dão em torno da mesa "O golpe e seus impactos na UFC". À tarde, o tema em discussão é "O que resta do golpe? De 1964 a 2024".
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