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A complexidade da experiência humana e a jornada do conhecimento
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Vladimir Nunan é CEO da Eduvem, uma startup premiada com mais de 20 reconhecimentos nacionais e internacionais. Fora do mundo corporativo, é um apaixonado por esportes e desafios, dedicando-se ao triatlo e à busca contínua pela superação. Nesta coluna, escreve sobre tecnologia e suas diversidades

Vladimir Nunan tecnologia

A complexidade da experiência humana e a jornada do conhecimento

Sou Vladimir Nunan, CEO da Eduvem, uma startup que nasceu com o propósito de transformar a tecnologia educacional no Brasil e no mundo
Script usado: Albert einstein, rag doll, plush, realistic, office table, notebook, smartphone, cup of coffee, Photography, Shot on 70mm, Depth of Field, --ar 16:9 --v 6.0 (Foto: Imagem gerada por IA (script próprio): Midjourney)
Foto: Imagem gerada por IA (script próprio): Midjourney Script usado: Albert einstein, rag doll, plush, realistic, office table, notebook, smartphone, cup of coffee, Photography, Shot on 70mm, Depth of Field, --ar 16:9 --v 6.0

Este é um momento especial para mim. Com alegria, compartilho com vocês o primeiro artigo desta nova etapa como colunista do O POVO. Ao longo das próximas semanas, estarei por aqui, dividindo reflexões, aprendizados e provocações baseadas não apenas em minha trajetória profissional, mas, sobretudo, em minha vivência humana — essa que, como bem disse Einstein, é marcada por uma complexidade profunda e, muitas vezes, indizível.

Sou Vladimir Nunan, CEO da Eduvem, uma startup que nasceu com o propósito de transformar a tecnologia educacional no Brasil e no mundo. Nossa missão é clara: inovar com propósito. Sob minha liderança, a Eduvem conquistou mais de 20 reconhecimentos nacionais e internacionais, fruto de um trabalho incansável de um time comprometido em mudar o jogo quando o assunto é educação, conhecimento e performance.

Com quase três décadas de atuação em grandes multinacionais, aprendi que transformação digital, inteligência de mercado e reposicionamento estratégico não são apenas tendências ou modismos corporativos — são pilares essenciais para a sobrevivência e a relevância das organizações em uma economia global cada vez mais baseada na recorrência e na fluidez de modelos. Adaptar-se deixou de ser uma vantagem competitiva para se tornar um pré-requisito básico.

Fora do mundo dos negócios, me dedico ao esporte como filosofia de vida. O triatlo — disciplina que exige corpo, mente e espírito — representa mais do que uma prática física: é um símbolo do meu compromisso com a superação diária. Acredito firmemente que disciplina, resiliência e propósito não são virtudes que se aplicam apenas ao esporte, mas que transcendem esse ambiente e impactam diretamente nossa vida profissional, nossas relações e nossa capacidade de inovar com consistência.

Minha formação também reflete essa inquietude: sou mestre em inovação e empreendedorismo, professor, escritor e agora colunista, e carrego no currículo uma série de pós-graduações que abrangem desde negócios e educação corporativa até projetos internacionais e segurança da informação. A educação, para mim, sempre foi a ponte entre o que somos e o que podemos nos tornar.

A partir de agora, todas as semanas, estarei aqui para conversar com você, leitor, sobre temas que atravessam essa minha jornada de vida: inovação, performance, liderança, saúde física e mental, cultura organizacional, transformação digital e os muitos aprendizados que o tempo nos oferece, quando estamos atentos. Tudo isso sempre filtrado pela lente da experiência — não como uma verdade absoluta, mas como um convite à reflexão.

Albert Einstein, um dos maiores gênios da história, dizia que "nossa experiência é complexa demais para ser representada apenas por conceitos”. Para ele, os conceitos e sistemas de conceitos — que usamos para entender o mundo — são como mapas da realidade: úteis, mas incompletos. Eles não substituem o território real das emoções, intuições, percepções e das relações humanas que moldam nossa existência.
Essa visão de Einstein me acompanha há anos e inspira profundamente a forma como enxergo o mundo.

Nossas vivências não cabem em fórmulas prontas. E é justamente por isso que acredito tanto na importância de compartilhar histórias reais, aprendizados práticos e erros transformadores. O conhecimento verdadeiro não nasce do acúmulo de teorias, mas da capacidade de conectar ideias à experiência, e transformar essa conexão em ação com significado.

Nesta coluna, você não encontrará discursos prontos ou fórmulas mágicas para o sucesso. Em vez disso, encontrará provocações sinceras sobre o que é viver e trabalhar com propósito em um mundo em constante mudança. Vou compartilhar bastidores, visões de futuro, histórias de bastidores e também os desafios de liderar em tempos de incerteza.

Falarei de cultura organizacional não como algo que está na parede da empresa, mas como aquilo que se pratica nas pequenas atitudes do dia a dia. Discutiremos performance não como pressão tóxica por resultados, mas como a arte de alinhar saúde física, mental e conhecimento para gerar excelência sustentável. Trataremos de inovação não como jargão, mas como prática. E, acima de tudo, vamos refletir juntos sobre o que realmente importa quando olhamos para nossas carreiras, empresas, relações e sonhos.

Estamos vivendo uma era onde o ruído é constante, o imediatismo é incentivado, e a profundidade muitas vezes é substituída por superficialidades. Por isso, proponho aqui um outro caminho: o da escuta atenta, da reflexão profunda, da autenticidade e da transformação contínua.

Afinal, como escreveu Fernando Pessoa: "Viver não é necessário. Necessário é criar.” E criar, neste contexto, é construir uma vida que faça sentido, uma carreira com impacto, uma jornada com integridade.
Se você acredita que é possível unir excelência com propósito, inovação com valores, performance com bem-estar — esta coluna será um bom lugar para você. Que possamos, juntos, criar um espaço de troca, de aprendizado mútuo e de inspiração. Até a próxima semana.

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