No Ceará, a cobertura do programa de prevenção e combate à hanseníase está acima de acima 80%, assegura Gerlania Martins, assistente social do Núcleo de Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde.
"A maioria dos municípios já tem profissionais treinados. Quando o município é muito pequeno, tem de ter pelo menos uma equipe capacitada. Estamos tentando organizar essa rede para dar mais suporte e agilidade ao diagnóstico e aos pacientes que procuram o serviço", explica.
A técnica acrescenta que sempre no primeiro mês do ano, a Sesa realiza o Janeiro Roxo, campanha em alusão ao dia 26 de janeiro, considerado como Dia Mundial de Combate à Hanseníase.
Hoje, o tratamento contra a hanseníase é oferecido nos postos da rede básica do Sistema Único de Saúde (SUS) e consiste em doses de poliquimioterapia que podem ser administradas no período de seis meses a um ano. A duração do tratamento depende do estágio da doença.