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Arcabouço será analisado pelo Senado no dia 20, diz Pacheco
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Arcabouço será analisado pelo Senado no dia 20, diz Pacheco

| Novo marco fiscal| Texto será analisado primeiro pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Casa
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Rodrigo Pacheco é o presidente do Senado (Foto: Lula Marques/ Agência Brasil)
Foto: Lula Marques/ Agência Brasil Rodrigo Pacheco é o presidente do Senado

O Senado Federal vai avaliar o projeto do arcabouço fiscal na próxima terça-feira, dia 20, disse o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

O anúncio foi feito após reunião com lideranças do Senado e os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Simone Tebet (Planejamento) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais).

Ele confirmou que o texto será analisado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) na terça-feira e levado a Plenário na sequência.

"Foi uma reunião produtiva e esperamos que na próxima semana, na terça-feira, a CAE possa apreciar o projeto. Apreciado na comissão, vamos levar diretamente para o plenário para o Senado aprovar rapidamente o arcabouço fiscal e cumprir essa pauta, que é muito importante para o Brasil", afirmou.

Negociação

Ele reforçou que há um diálogo muito salutar entre o Executivo e Legislativo, que tem gerado bons reflexos. "A aprovação do projeto é muito importante, inclusive para a redução da taxa de juros."

Questionado sobre mudanças no texto, o presidente do Senado lembrou que o relator, Omar Aziz (PSD-AM), está conversando diretamente com deputados, inclusive com o presidente Arthur Lira (PP-AL).

"Ele vai apresentar o parecer e se tiver algum tipo de modificação, retorna à Câmara. Pode ser que não aconteça modificação também, mas vamos aguardar a apresentação", disse.

Pacheco lembrou que o calendário do Senado na próxima semana estará apertado, com a sabatina do advogado Cristiano Zanin, indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que será feita na quarta-feira, 21, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e votação no Plenário.

Omar Aziz, que também participou da reunião no Senado, disse que o texto aprovado pela Câmara será alterado. Se isso se confirmar, será necessária uma nova análise pelos deputados.

Ele afirmou que vai tirar do relatório o dispositivo que limita o crescimento do Fundo Constitucional do Distrito Federal. Também disse que, em seu texto, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) ficará de fora da regra de controle de gastos. (Agência Estado)

 

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Votos

Na Câmara, o projeto foi aprovado por 372 votos a favor, 108 contra e 1 abstenção. Para passar no Senado são necessários 41 votos

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