Graças a uma atuação de gala de Cristiano Ronaldo, autor de três gols, a Juventus derrotou por 3 a 0 o Atlético de Madrid - que havia vencido por 2 a 0 na ida -, e se classificou às quartas de final da Liga dos Campeões, ontem, em Turim, na Itália.
Dois gols de cabeça (27 e 48 minutos) e um de pênalti (86) do matador português deram à Juve a classificação à próxima fase da Champions, acabando com o sonho do Atlético de disputar a final da competição em casa, no estádio Metropolitano de Madri, em 1 de junho.
Pentacampeão e artilheiro histórico da Champions, agora com 125 gols na competição, Cristiano Ronaldo marcou o 25º gol na carreira contra o Atléti - time contra o qual costumava brilhar com a camisa do Real Madrid.
"Estou muito feliz, foi uma noite mágica. Somos uma grande equipe e mostramos esta noite que merecíamos passar", disse CR7. Apesar da vitória, Ronaldo não quis colocar a Juventus entre as favoritas ao título: "Ainda é cedo, vamos passo a passo e já veremos", completou. Cristiano vem de três títulos consecutivos da Liga dos Campeões pelo Real Madrid, time que foi eliminado desta edição da competição pelo holandês Ajax, na semana passada.
A partida desta terça-feira foi verdadeira reviravolta em relação ao que havia acontecido no jogo de ida, em Madri, onde a Juve sofreu para criar chances de gols e Cristiano Ronaldo praticamente não tocou na bola.
Desta vez, os espanhóis puderam contar em poucos dedos as vezes em que conseguiram incomodar o goleiro da Juventus, o polonês Wojciech Szczesny, que foi espectador de luxo da partida.
Também ontem, o inglês Manchester City garantiu classificação às quartas de final da Liga dos Campeões com contundente vitória por 7 a 0 diante do alemão Schalke 04, com brilhante atuação do argentino Sergio Agüero no Etihad Stadium, na Inglaterra.
Já com um pé nas quartas depois de vencer por 3 a 2 no jogo de ida, em Gelsenkirchen, os ingleses abriram a contagem com dois do atacante argentino (35, de pênalti e 38). Depois vieram os gols do alemão Leroy Sané (42), do inglês/jamaicano Raheem Sterling (56), do português Bernardo Silva (71), do jovem britânico Phil Foden (78) e, fechando o massacre, o brasileiro Gabriel Jesus (84). (Com AFP)