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Rebeca Andrade é escolhida para carregar a bandeira na abertura dos Jogos de Inverno
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Rebeca Andrade é escolhida para carregar a bandeira na abertura dos Jogos de Inverno

Maior medalhista olímpica brasileira, a ginasta foi convidada pelo COI e pela organização dos Jogos de Milão-Cortina
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Rebeca Andrade pode aumentar coleção de medalhas em Mundial da ginástica artística (Foto: Gabriel BOUYS / AFP)
Foto: Gabriel BOUYS / AFP Rebeca Andrade pode aumentar coleção de medalhas em Mundial da ginástica artística

A ginasta Rebeca Andrade será uma das personalidades que irá carregar a bandeira olímpica na cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina 2026. O evento acontecerá na próxima sexta-feira, 6, no estádio San Siro.

Rebeca Andrade, de 26 anos, é a maior medalhista olímpica do Brasil, com duas de ouro, três de prata e uma de bronze. A atleta recebeu o convite do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da organização dos Jogos de Milão-Cortina.

"É uma honra e um orgulho enorme receber este convite do COI para fazer parte do desfile de abertura dos Jogos de Inverno. É um privilégio participar deste movimento, estar ao lado de atletas do mundo todo, carregar a bandeira olímpica, representar o Brasil mais uma vez em um momento tão especial para todos os atletas e amantes do esporte", disse Rebeca Andrade.

Além da brasileira, os outros responsáveis por carregarem a bandeira olímpica são: o japonês Tadatoshi Akiba, ex-prefeito de Hiroshima; a artista nigeriana Maryam Bukar Hassan; o escritor e ativista italiano Nicolò Govoni; Filippo Grandi, outro italiano, vice-presidente da Fundação Olímpica para Refugiados; o queniano Eliud Kipchoge, pentacampeão olímpico no atletismo; Cindy Ngamba, primeira atleta da equipe de refugiados a subir ao pódio em Olimpíadas; e Pita Taufatofua, atleta de Tonga.

A bandeira olímpica, com os cinco aros dos continentes, tem forte valor simbólico, mostrando o poder de integração do esporte, reunindo populações e culturas distintas. Os encarregados de portar a bandeira são referências sociais na visão do COI.

"Esta será uma experiência bem diferente para mim. Nunca pensei que, ainda que por alguns dias, pudesse estar vendo bem de pertinho uma edição das Olimpíadas de Inverno. Estou muito feliz e honrada com a oportunidade", completou Rebeca.

O Brasil terá a maior delegação na história dos Jogos Olímpicos de Inverno, com 14 atletas, além de um reserva do time de bobslead. O País nunca conquistou uma medalha nos Jogos de Inverno. Desta vez, porém, tem um forte candidato: o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, que optou representar o Brasil depois de anos sob a bandeira da Noruega, onde nasceu.

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