O ano de 2025 foi marcado por vitórias importantes e por uma articulação firme do governo para recolocar o Brasil nos trilhos do crescimento com justiça social. Reconstruímos pontes institucionais, aprovamos matérias decisivas no Congresso, protegemos o orçamento social e garantimos estabilidade para que o país voltasse a crescer, gerar empregos e reduzir desigualdades.
Esse esforço coletivo, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criou as condições para avançarmos ainda mais.
O que está em jogo agora é o futuro. E 2026 precisa ser o ano de enfrentar agendas estruturantes que dialoguem diretamente com a vida real das pessoas. Duas delas se impõem pela urgência social e pela maturidade do debate público: o fim da escala 6x1 e a aprovação da PEC da Segurança Pública. São temas que exigem coragem política, diálogo federativo e compromisso com resultados.
A discussão sobre o fim da escala 6x1 não é ideológica; é civilizatória. Milhões de trabalhadores brasileiros, especialmente no comércio e nos serviços, vivem hoje sob jornadas extenuantes, com apenas um dia de descanso semanal. Estudos amplamente divulgados mostram que jornadas mais equilibradas reduzem adoecimentos, aumentam a produtividade e melhoram a convivência familiar.
Países que avançaram em modelos de trabalho mais humanos observaram queda no absenteísmo e ganho de eficiência. No Brasil, a mudança representa mais saúde, mais tempo para qualificação e, sobretudo, dignidade para quem sustenta a economia com o próprio esforço.
Já a PEC da Segurança Pública aponta para um novo paradigma: coordenação nacional, integração entre União, estados e municípios e foco em inteligência, prevenção e valorização dos profissionais. O país cansou de soluções improvisadas. Dados oficiais indicam que políticas integradas reduzem a reincidência criminal e aumentam a eficiência do uso dos recursos públicos. Segurança não é discurso fácil; é política pública baseada em evidências, planejamento e cooperação federativa.
Essas prioridades não surgem do nada. Elas são fruto de um ciclo de estabilidade política e econômica que reconstruímos nos últimos anos. Com crescimento do emprego, retomada do investimento público e fortalecimento das políticas sociais, o Brasil pode — e deve — dar o próximo passo. Trabalhar menos para viver melhor e viver com mais segurança não são privilégios: são direitos.
O horizonte de 2026 nos convoca a aprofundar esse projeto. Com diálogo, dados e compromisso com o povo brasileiro, seguiremos transformando vitórias políticas em conquistas concretas. Esse é o futuro que defendemos — e é por ele que continuaremos lutando.