É tempo de celebrar a força e o poder transformador do Ceará Sem Fome. Desde 2023, o programa tem sido muito mais do que a entrega de refeições. Ele representa um verdadeiro ciclo de dignidade e esperança. Não se trata somente do combate à fome, mas também de valorizar a produção local, fortalecer a economia rural e promover a autonomia das famílias mais vulneráveis. Assim se constrói um caminho sólido de transformação social.
Com mais de 1.300 cozinhas sociais espalhadas por todo o estado, o programa entrega mais de 130 mil refeições por dia a pessoas em situação de vulnerabilidade social. Até setembro de 2025, já haviam sido entregues mais de 50 milhões de refeições.
O número vai além das estatísticas. Representa vidas alimentadas, famílias acolhidas e esperanças renovadas todos os dias. O impacto social do programa ajudou a consolidá-lo como uma das maiores e mais eficazes ações de combate à fome no Brasil.
Os investimentos de mais de R$ 412 milhões no Ceará Sem Fome reafirmam o compromisso do governo Elmano de Freitas com as populações mais vulneráveis do Ceará. A esta missão, tenho o orgulho de somar o trabalho da SDA junto às cozinhas sociais, em um grande esforço coordenado pela presidente do Comitê Intersetorial de Governança e primeira-dama Lia de Freitas. Com a sensibilidade que o combate à fome requer, ela soube agregar parceiros para fortalecer essa que é a maior política de segurança alimentar do Nordeste.
O Ceará Sem Fome não é somente uma política de distribuição de alimentos. Ele também trabalha com a inclusão produtiva e a autonomia financeira das famílias. Por meio do eixo Ceará Sem Fome + Qualificação e Renda, o programa oferece formação profissional,
mentorias e apoio ao empreendedorismo para os beneficiários. Em 2024, o programa transformou a realidade de 3 mil beneficiários, inseridos no mercado de trabalho formal, demonstrando seu impacto positivo na promoção da autonomia e da inclusão produtiva.
Nestes dois anos, o Ceará Sem Fome construiu uma rede de segurança alimentar que vai muito além da emergência e pode, com certeza, ser uma referência para todo o Brasil. Se outros estados se inspirarem nesse exemplo, podemos realmente imaginar um futuro onde a fome, a pobreza e a desigualdade social sejam superadas, e onde todos tenham a dignidade de uma vida plena e saudável.
Apoiar as ações do programa é estar ao lado de quem mais precisa e fazer parte de uma política pública transformadora. Quem a constrói acredita, de fato, em um futuro sem fome. Isso, por si, é revolucionário. Afinal, alimentar não se trata apenas de dignidade humana, mas de empoderar, incluir e transformar vidas.