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Relato da crise na América do Sul: Andrés Jacomé, professor de educação física que mora no Quito, capital do Equador

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“O atual governo, de Lenín Moreno, começou com a preferência da maioria dos equatorianos e se tornou mais popular do que o ex-presidente Correa (2007-2017) quando começou a combater a corrupção. Mas, com o tempo, começou a diminuir esses números de popularidade. O governo atual não estabeleceu metas claras, eles me parecem que não têm um plano de trabalho do ano, mas vivem apenas dia a dia e esse é o problema, pois sempre leva a uma crise no plano de trabalho. É por isso que, infelizmente, o governo de Lênin tenta resolver tudo com o diálogo que eu não digo que é ruim. Mas, quando esses diálogos acabaram de ser feitos, muitos deles não são cumpridos. Nestes dias de crise, sua atitude era uma calamidade, já que ele não deu soluções ao manter sua posição pela retirada do subsídio à gasolina. Os nativos não pediram sua deposição como presidente porque simplesmente ninguém quer que ele renuncie, ele apenas pede que faça bem as coisas. Por sorte, ele entendeu que ninguém queria demiti-lo, exceto Correa, que pediu eleições antecipadas.”

(Colaborou Vitor Magalhães/ Especial para O POVO)

 

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