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CPI vai criar observatório depois do relatório

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Brasilia em 22 de setembro de 2021, Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva do diretor-executivo da operadora de saúde Prevent Senior. O objetivo é investigar a empresa sobre uma possível pressão para que os médicos conveniados à operadora prescrevessem medicamentos do chamado tratamento precoce para a covid-19, sem eficácia e segurança comprovadas.

Mesa:
diretor-executivo da operadora de saúde Prevent Senior, Pedro Benedito Batista Júnior;
presidente eventual da CPIPANDEMIA, senadora Soraya Thronicke (PSL-MS);
relator da CPIPANDEMIA, senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Em pronunciamento, à bancada, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Foto: Pedro França/Agência Senado (Foto: Pedro França/Agência Senado)
Foto: Pedro França/Agência Senado Brasilia em 22 de setembro de 2021, Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva do diretor-executivo da operadora de saúde Prevent Senior. O objetivo é investigar a empresa sobre uma possível pressão para que os médicos conveniados à operadora prescrevessem medicamentos do chamado tratamento precoce para a covid-19, sem eficácia e segurança comprovadas. Mesa: diretor-executivo da operadora de saúde Prevent Senior, Pedro Benedito Batista Júnior; presidente eventual da CPIPANDEMIA, senadora Soraya Thronicke (PSL-MS); relator da CPIPANDEMIA, senador Renan Calheiros (MDB-AL). Em pronunciamento, à bancada, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Foto: Pedro França/Agência Senado

A CPI da Covid ainda não se encerrou, mas já está antevendo os próximos passos. Um deles prevê a criação de um grupo para acompanhar os desdobramentos do relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL), a ser apresentado na próxima quarta, 20. A intenção é instituir um grupo que possa, por exemplo, fiscalizar o trâmite dos pedidos de indiciamento, feitos à Procuradoria-Geral da República (PGR).

Renan já antecipou que deve pedir o indiciamento do presidente Jair Bolsonaro, do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e outros auxiliares do governo. É o caso, por exemplo, do ex-ministro Eduardo Pazuello, que deve ser responsabilizado no documento, que tem leitura marcada para o dia 19. Até agora, pelo menos 37 pessoas são alvo de investigação da CPI. Entre eles, estão a secretária Mayra Pinheiro, a médica Nise Hitomi Yamaguchi, o deputado Ricardo Barros (PP-PR), o ex-secretário Fábio Wajngarten, o empresário Otavio Fakhoury e o ex-chanceler Ernesto Araújo.

Nem todos os investigados, porém, devem necessariamente virar alvo de pedido indiciamento pelo relator da CPI. (HA)

 

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