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Rússia exige redução na comitiva e Mário Frias desiste de acompanhar

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Além das capitais russa e húngara, a previsão era a de que Frias e seus assessores também estendessem a viagem a Varsóvia, na Polônia. (Foto: Roberto Castro/ Mtur)
Foto: Roberto Castro/ Mtur Além das capitais russa e húngara, a previsão era a de que Frias e seus assessores também estendessem a viagem a Varsóvia, na Polônia.

O governo da Rússia solicitou que o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (PL), e sua comitiva de ministros e assessores passem por rigoroso processo de controle sanitário antes do encontro com Vladimir Putin. O Kremlin exigiu que a comitiva realizasse até cinco exames do tipo PCR para detecção de Covid-19. O último deles, horas antes do encontro com Putin. A informação é da BBC.

Enquanto Putin já está vacinado contra o coronavírus, Bolsonaro alega não ter intenção de se imunizar e é conhecido mundialmente pelas posturas negacionistas em relação à pandemia.

O cuidado dos russos não se restringe ao presidente brasileiro. Protocolos semelhantes teriam sido adotados durante as visitas recentes de outros chefes de estado na Rússia, como o presidente francês Emmanuel Macron (França). Os franceses , porém, teriam se recusado a submeter Macron a testes em solo russo.

No sábado, o secretário especial de Cultura, Mario Frias, cancelou participação na na viagem, que inclui também idas à Hungria e Polônia. O cancelamento se dá em meio aos questionamentos sobre os gastos que a pasta teve em uma viagem para os Estados Unidos, no final do ano passado. "Devido a orientação da Presidência, que solicitou a redução da comitiva de todos os ministérios que iriam para as agendas na Rússia e Hungria, não havia mais sentido manter a viagem para agenda apenas na Polônia", diz nota da Secretaria de Cultura. (VM)

 

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