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Trump rebate críticas sobre leniência com a Rússia em relação à guerra
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Trump rebate críticas sobre leniência com a Rússia em relação à guerra

| Tensão | "Acredito que temos sido muito duros com a Rússia", disse Donald Trump, presidente dos Estados Unidos
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DONALD Trump rebate críticas sobre postura mais compassiva com a Rússia (Foto: ANDREW HARNIK/Getty Images via AFP)
Foto: ANDREW HARNIK/Getty Images via AFP DONALD Trump rebate críticas sobre postura mais compassiva com a Rússia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rebateu críticas de que sua administração está sendo leniente com a Rússia em relação ao confronto com a Ucrânia.

Na avaliação de Trump, apesar de sua boa relação com o líder russo, Vladimir Putin, há ações sendo feitas para pressionar o país.

Como exemplo de sua posição contra a Rússia, o presidente Trump citou as sanções aprovadas em seu primeiro mandato contra o projeto de gás Nordstream 2, uma rede de dutos para fornecer energia à Europa, sob o controle da empresa russa Gazprom.

As sanções foram aprovadas no fim de 2019, e, na época, Trump alegou que o projeto aumentaria a influência russa sobre a Europa.

"Acredito que temos sido muito duros com a Rússia. Fui eu que aprovei as sanções contra o projeto Nordstream 2, assim como outras sanções", afirmou o presidente dos EUA, em entrevista à Fox News transmitida nesse domingo, 9. "Eu tenho uma boa relação com Putin, mas o Putin mesmo diria que somos muito duros."

Trump voltou a criticar a posição do líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, sobre o conflito e reclamou do apoio financeiro concedido pelos Estados Unidos à Ucrânia, em relação à Europa.

"Biden não deveria ter injetado US$ 350 bilhões [no conflito], deveria ter colocado o mesmo que a Europa, US$ 100 bilhões. A Europa está muito mais próxima", afirmou.

Ainda sobre temas internacionais, o presidente disse que busca avançar num acordo com o Irã e afirmou ter enviado uma carta à liderança do país na busca por negociações sobre o programa nuclear.

"Só há duas formas de lidar com o Irã: ou de maneira militar ou por meio de um acordo. Eu prefiro negociar do que agir militarmente", afirmou.

Segundo Trump, a questão das armas nucleares são a maior ameaça existencial atualmente (Agência Estado)

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