Reportagem

As acusações

Confira um resumo das acusações nos seis casos encontrados por O POVO
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Elisângela Maria Mororó

Acusada de repassar mensagens com detalhes sobre um plano de fuga de chefes de uma facção criminosa. Além disso, mensagens apontariam que ela intermediou uma negociação de 40 quilos de cocaína com outro chefe da facção. Foi presa em flagrante, ao lado de integrantes de uma outra facção, com pistola e drogas. O processo que apura as acusações contra ela transcorre em segredo de justiça.

Alberto Lucas Nogueira Lima

Flagrado ao lado de Elisângela Mororó com bilhetes que continham detalhes de um plano de fuga de chefes de uma facção criminosa. Ainda se encontra foragido. O processo transcorre em segredo de justiça.

Alaor Patrício Júnior

Preso com diversos bilhetes após visita, em uma unidade prisional, a homens apontados como graduados integrantes de uma facção criminosa. Nas mensagens constavam orientações sobre contabilidade do tráfico de drogas, represália a desafetos e até um plano de fuga. Ele foi posto em liberdade, mas segue suspenso pela OAB.

Lucas Arruda Rolim

Advogado chegou a ser preso em flagrante, durante cumprimento de mandado de busca e apreensão em sua casa, em 16 de outubro. Policiais da Draco encontraram bilhetes e outros papéis que o vinculariam a organização criminosa. No entanto, ele teve habeas corpus concedido após a Justiça entender que a prisão fora ilegal. "O Delegado ao apreender objetos ou documentos relacionados a supostos crimes, deveria remetê-los ao juízo da mencionada Comarca de Maranguape, quando seriam devidamente analisados", diz a decisão. O processo transcorre em segredo de justiça.

Rafael Paulino Pinto Neto

Teve prisão preventiva decretada em 10 de outubro, acusado dos crimes de integrar organização criminosa e tráfico de drogas. O processo também transcorre em segredo de justiça.

Não identificado

Em março último, quatro pessoas foram presas em flagrante suspeitas de tráfico de drogas no bairro Bom Jardim. Com um deles, foram encontrados R$ 25 mil, uma mensagem na tampa de uma marmita e uma carta que aparentavam ter sido escritas por algum presidiário. Uma das pessoas presas relatou que as mensagens foram repassadas por um advogado. O texto falava, justamente, sobre a entrega do dinheiro a um integrante do Comando Vermelho do bairro Maraponga. Além disso, continha instruções sobre o tráfico, como menções a "23 quilo do branco". O POVO opta por não divulgar o nome do advogado por não ter encontrado acusação formal contra ele.

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