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Senado aprova ampliação de auxílio emergencial
Reportagem

Senado aprova ampliação de auxílio emergencial

Inclusão de categorias. Covid-19
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O Senado aprovou em sessão virtual ontem um projeto com alterações no auxílio emergencial de R$ 600 que deve ser pago a trabalhadores informais nos próximos três meses. O texto mantém o valor e a duração do benefício, mas inclui grupos sociais que não teriam direito ao auxílio pela proposta original.

Se passar pela Câmara e for sancionado pelo presidente, serão incluídos entre os beneficiados mães adolescentes e trabalhadores informais que, em 2018, tiveram rendimentos altos e foram excluídos da proposta original. Entre outras categorias, estão pescadores, técnicos agrícolas, catadores, taxistas, motoristas de aplicativo, entregadores de aplicativo, diaristas, agentes de turismo, guias de turismo, artistas, mineiros, garimpeiros, líderes religiosos, profissionais autônomos da educação física, trabalhadores do esporte, feirantes, ambulantes, manicures e os sócios de pessoas jurídicas inativas.

O texto também dobra o valor pago a homens solteiros que sejam chefes de família. Eles poderão sacar duas "cotas" por mês, ou seja, R$ 1,2 mil. Mulheres nessa mesma situação já estavam incluídas no auxílio.

Uma emenda do líder do PT na Casa, Rogério Carvalho (SE), aumentando para R$ 1.045 o auxílio emergencial, ou seja, garantindo o valor de um salário mínimo, foi rejeitada em uma votação separada.

A intenção do auxílio emergencial aprovado na segunda-feira, 30, e sancionado ontem é garantir uma renda mínima para esses trabalhadores e permitir que eles fiquem em isolamento durante o pico da Covid-19 no País. (Agência Estado)

 

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