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Fotorreportagem: a pandemia e o cotidiano das comunidades

O fotógrafo do O POVO Fabio Lima retrata moradores das Quadras, do Titanzinho e do Campo do América no contexto da crise sanitária
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Comunidade do Titanzinho durante epidemia de coronavírus em Fortaleza (Foto: Fábio Lima / O POVO) (Foto: Fábio Lima)
Foto: Fábio Lima Comunidade do Titanzinho durante epidemia de coronavírus em Fortaleza (Foto: Fábio Lima / O POVO)

A rua é quase mais um cômodo da casa. Lugar de estender o varal com roupas, de deixar as crianças brincarem, de ninar os menores, de fumar um cigarro. As imagens registradas pelo fotojornalista Fabio Lima em três comunidades pobres, cravadas na Regional II, a mais "nobre" de Fortaleza, confirmam: para muitos, a vida não cabe no espaço urbano que lhe foi reservada.

As fotografias das comunidades das Quadras, do Titanzinho e do Campo do América foram capturadas nas duas últimas semanas, quando diante do avanço da pandemia na Capital, Estado e município decretaram medidas mais rígidas de isolamento.

Alguns usam máscara, agora obrigatória. Mas a contradição está exposta na proximidade dos domicílios, na impossibilidade de distanciamento em becos e travessas, no intenso movimento de trabalhadores. Elementos que tornam os moradores mais vulneráveis ao novo coronavírus.

As fotografias de Fabio Lima dizem, por fim, da necessidade de medidas específicas nos territórios pobres para conter o avanço da pandemia.

Confira a fotorreportagem:

 

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