A região Nordeste foi destaque no estudo em relação ao consumo de remédio das classes mais baixas.
O levantamento aponta que a despesa média da classe D/E, pessoas com uma renda média de R$ 900,60, foi de R$ 106,42.
Para a definição de classes sociais, o relatório teve como base o Critério de Classificação Econômica Brasil, da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep).
O consumo também esteve presente na classe C2, grupo com renda média de R$ 1.965,87, que gastou, em média, R$ 139,34 com medicamentos.
Na classe C1 do Nordeste, grupo social com renda média de R$ 3.276,76, o valor médio gasto foi de R$ 165,44.
No grupo social B2, com renda média de R$ 5.755,23, o consumo médio registrado foi de R$ 213,75.
Nas classes sociais mais altas, B1 e A, com renda média mensal de R$ 10.361,48 e 21.826,74, respectivamente, foi de R$ 216 e R$ 635,97, respectivamente.
Em projeção nacional, a classe social A da região Sudeste segue com o maior valor de gasto médio com medicamentos, de R$ 788,67.