#152: A imagem do Brasil que Bolsonaro deixa na ONU

A passagem do presidente Jair Bolsonaro por Nova York, onde abriu a Assembleia Geral das Nações Unidas, é sem dúvida um marco. O discurso foi uma parte, mas houve muito mais que isso. Único chefe de Estado entre as grandes nações a se declarar não vacinado, comendo pizza na calçada para encenar simplicidade, mas cuja razão estava mais na restrição a frequentar ambiente interno de restaurantes. O ministro da Saúde dando cotoco para manifestantes contrários, e depois sendo ele diagnosticado com Covid-19. Um dos dois membros da comitiva que testaram positivo, o que acabou por suspender todos os contatos presenciais que a delegação brasileira teria. No meio disso tudo, o discurso de Bolsonaro falando de tratamento precoce, contra passaporte ou qualquer obrigação relacionada à vacina, apregoou o "tratamento precoce", defendeu a política ambiental, buscou atrair investidores, reivindicou assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, mencionou as manifestações de 7 de setembro, criticou a imprensa e disse que o Brasil estava à beira do socialismo antes de ele tomar posse. Qual o saldo de tudo isso? Este é o tema do Jogo Político episódio 152. Estão no Jogo Político os jornalistas Guálter George, editor-chefe de Opinião e colunista de Política; Carlos Mazza, repórter de Política e colunista; e Érico Firmo, editor de Cotidiano e colunista de Política.

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