#154 - Os desafios do União Brasil para se manter um superpartido

Outubro começa com um novo partido disputando o poder no País: é o União Brasil, fruto da fusão entre DEM e PSL, oficializada nesta quarta-feira, 6. A sigla já nasce grande, com mais de 80 representantes na Câmara dos Deputados - a maior bancada dentre todas -, além de quatro governadores, oito senadores e as maiores fatias dos fundos eleitoral e partidário. No total, cerca de R$ 160 milhões previstos para 2022.

Será a primeira vez em duas décadas que a direita reúne tantos parlamentares em uma única agremiação. A última vez foi no segundo mandato do então presidente Fernando Henrique Cardoso, quando o PFL (atual DEM) elegeu 105 representantes. Mas será que o União Brasil vai conseguir manter essa força até as disputas eleitorais? Isso porque existem interessantes conflitantes dentro da legenda recém-criada.

Há deputados que querem apoiar o presidente Jair Bolsonaro, como é o caso de Marcos Rogério (DEM-RO) e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Existem outros que são críticos ferrenhos do chefe do Executivo, a exemplo de Kim Kataguiri (DEM-SP) e querem o União na oposição. Quem fica e quem sai da sigla? Que outros nomes serão atraídos? E na hora do "vamos ver", do teste das urnas, o União Brasil conseguirá eleger um bom número de parlamentares e governadores, se mantendo um grande partido? São essas algumas das questões que serão discutidas no episódio #154 do Jogo Político.

Estão no Jogo Político os jornalistas Guálter George, editor-chefe de Opinião e colunista de Política; Carlos Mazza, repórter de Política e colunista; Ítalo Coriolano, editor digital de Política. O Jogo Político está semanalmente na Apple podcasts, Spotify, Amazon Music, Google Podcasts e Radio Public.

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