Empresário, natural de Maranguape, presidente do Clube de Dirigentes Lojistas de Fortaleza, é também escritor, autor dos livros "História de Assis" e "Gonzagão no céu e outras histórias"
Empresário, natural de Maranguape, presidente do Clube de Dirigentes Lojistas de Fortaleza, é também escritor, autor dos livros "História de Assis" e "Gonzagão no céu e outras histórias"
A Providência Divina colocou a Edna no meu caminho e deu-me filhos e filha que muito me felicitam (por uma “peinha” de nada eu escapei de ser padre). Mas deu tempo aprender, no Evangelho, a lição preciosa do perdão das ofensas: “21Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: ‘Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?’ 22Jesus respondeu: ‘Eu digo a você: Não até sete, mas até setenta vezes sete’”(Mateus 18:21-22). Perdão que liberta.
Para ilustrar, conto a história de Adam Riklis, sobrevivente do Holocausto, que se manteve fiel à sua fé após perder toda a família. E sonhava transmiti-la aos filhos, mas sofreu quando um deles, o Joey, abandonou a faculdade, largou o emprego e viajou pra Índia em busca de iluminação. Ao desprezar o judaísmo, a dor virou ruptura: palavras duras, anos de silêncio. Pai e filho separaram-se, carregando mágoa e amor não dito.
Mais tarde, ao saber da morte do pai, o jovem volta a Jerusalém consumido pela culpa. No Muro das Lamentações, escreveu um pedido de perdão e, por grande coincidência, encontrou ali um bilhete deixado por Adam, e o leu: “Meu querido filho Joey, quero dizer que sempre o amei. Mesmo quando você me magoou, continuei amando. Eu o perdoo por tudo e espero que você também possa perdoar um velho bobo”. Joey entendeu que o amor havia vencido, e sua prece fora atendida.
Assim como aconteceu com Joey, que minhas preces sejam também ouvidas. Se falhei com os familiares, mil perdões. Se não fui o melhor patrão/chefe, peço perdão a funcionários e colaboradores. Se aos meus pares de associativismo deixei a desejar, perdão.
Se aos homens e mulheres da vida pública não fui melhor, desculpa aí. Se faltei, no quer que seja, com quem tive a oportunidade de conviver, perdão, de coração. Se decepcionei, enfim, foi mal.
Ataulfo Alves e Mário Lago, em “Atire a primeira pedra”, buscaram no Evangelho do aniversariante dezembrino maior a expressão apropriada - “Perdão foi feito pra gente pedir”. Que a indulgência esteja em nossas mentes e a benevolência, em nossas ações. Pedido de amigo! 2026 de paz e de luz!
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