Âncora do programa Esportes do Povo nas rádios O POVO CBN e CBN Cariri, além do Canal FDR TV e plataformas digitais; comentarista de esportes da Rádio O POVO CBN e CBN Cariri; colunista do O POVO impresso, O POVO+ e redes sociais do O POVO. Além de Comunicação, é formado em Direito
Foto: Lucas Emanuel/FCF
Clássico-Rei é um jogo de alto nível de tensão
A Federação Cearense argumentou e os clubes resolveram apostar na arbitragem caseira para o primeiro Clássico-Rei da temporada. É verdade que o fator financeiro também esteve presente na decisão, afinal, Ceará e Fortaleza precisam economizar o quanto possível e trazer árbitros de fora seria um investimento de cerca de R$ 120 mil. Outro ponto: a partida não vale nada no aspecto de classificação.
Pois bem. Em um campeonato marcado por erros técnicos graves (muitos corrigidos pelo VAR, ainda bem) e critérios oscilantes na condução disciplinar, a escolha certamente vai colocar uma pressão enorme no responsável pelo apito.
A grande vantagem é a valorização do profissional da FCF, mas desde que ele aproveite. Seja quem for, conhece o clima, entende as malícias dos jogadores e a temperatura das arquibancadas. Não vai cair de paraquedas na rivalidade. Em tese, condução mais conectada com a realidade do jogo.
Entretanto, o bônus vem acompanhado de um ônus pesadíssimo: a falta de blindagem. Diferentemente do árbitro de fora, o local convive com as pressões de todos os lados, incluindo dirigentes, jogadores, comissões técnicas e da torcida. Qualquer erro será interpretado sob a ótica do favorecimento clubista. A carga emocional é dobrada. Se ele erra, não pega um avião e vai embora. Permanece carregando o estigma de uma decisão polêmica, sem tréguas.
O acerto da escolha dependerá exclusivamente da performance em campo, portanto. Se a arbitragem for impecável, o quadro sai fortalecido. Se falhar, a narrativa de que só árbitro de fora resolve voltará com uma força avassaladora. De toda forma, é muito difícil imaginar que nas finais do Estadual voltaremos a ter arbitragem local.
Robson, ex-Fortaleza, é o artilheiro do Brasil
Ex-jogador do Fortaleza, o atacante Robson é o atual artilheiro do Brasil na temporada 2026. Aos 34 anos e atuando pelo Novorizontino desde o ano passado, o atacante já marcou sete gols no Campeonato Paulista, em seis partidas disputadas, média de mais de um gol por confronto. Robson jogou no Tricolor em 2021 e 2022.
Já viu? *
Marty Supreme. Estrelado por Timothée Chalamet e dirigido por Josh Safdie, o filme é inspirado livremente na vida do mesatenista Marty Reisman. O longa mistura humor, drama e esporte, conquistando nove indicações ao Oscar 2026, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator para Chalamet, que efetivamente faz um trabalho monstruoso, incluindo a preparação e o aprendizado do tênis de mesa. Onde: nos cinemas
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Mais 3!
1. A Federação Cearense acertou em colocar os outros dois jogos da rodada final da segunda fase para sábado, deixando apenas o Clássico-Rei para o domingo.
2. Os confrontos são decisivos para a definição dos outros dois semifinalistas: Ferroviário x Iguatu no PV e Horizonte x Floresta, no Domingão
3. O Iguatu depende apenas de uma vitória simples. É o único neste cenário. As demais três equipes precisam vencer e torcer contra os adversários. Ferroviário e Horizonte torcem um contra o outro e o Floresta torce contra o Iguatu.
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