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Lula critica ataque dos EUA à Venezuela: "linha inaceitável"
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João Paulo Biage é jornalista há 13 anos e especialista em Comunicação Pública. De Brasília, acompanha, todos os dias, os passos dos parlamentares no Congresso Nacional e a movimentação no Palácio do Planalto, local de trabalho do presidente. É repórter e comentarista do programa O POVO News e colunista do O POVO Mais

Lula critica ataque dos EUA à Venezuela: "linha inaceitável"

EUA bombardeia Venezuela e diz ter capturado Maduro e esposa na madrugada deste sábado, 3
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Imagem do incêndio em Fuerte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela, após uma série de explosões em Caracas. Explosões, acompanhadas por sons semelhantes a sobrevoos de aeronaves, foram ouvidas em Caracas por volta das 2h da manhã de 3 de janeiro, relatou um jornalista da AFP (Foto: LUIS JAIMES / AFP)
Foto: LUIS JAIMES / AFP Imagem do incêndio em Fuerte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela, após uma série de explosões em Caracas. Explosões, acompanhadas por sons semelhantes a sobrevoos de aeronaves, foram ouvidas em Caracas por volta das 2h da manhã de 3 de janeiro, relatou um jornalista da AFP

O presidente Lula criticou o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, ocorrido neste sábado, 3. Segundo ele, a ofensiva é sinônimo de perigo para as relações internacionais e uma agressão aos direitos venezuelanos e à soberania do país. Lula pediu ainda uma resposta da Organização das Nações Unidas.

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela é mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina”, declarou.

O Governo também convocou uma reunião com os ministérios na manhã deste sábado, para tratar sobre a ofensiva. O encontro vai ocorrer no Palácio do Itamaraty e Lula, que está no Rio de Janeiro, deve participar de forma online.

Na reunião, as fronteiras do Brasil com a Venezuela também devem ser pauta. Além de ministros, também devem estar presentes representantes das Forças Armadas para tratar sobre possíveis crises.

Por Maria Luzia Santos

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