
Neila Fontenele é editora-chefe e colunista do caderno Ciência & Saúde do O POVO. A jornalista também comanda um programa na rádio O POVO CBN, que vai ao ar durante os sábados e também leva o nome do caderno
Neila Fontenele é editora-chefe e colunista do caderno Ciência & Saúde do O POVO. A jornalista também comanda um programa na rádio O POVO CBN, que vai ao ar durante os sábados e também leva o nome do caderno
Com a onda conservadora que toma parte do planeta, movimentos contrários também ganham força - muitos deles em defesa do meio ambiente e de um capitalismo menos selvagem. Se, de um lado, há a liberação de agroquímicos com drones contaminando a terra, a água e o ar, de outro existe a procura por alimentos orgânicos dos quais o consumidor tenta acompanhar a procedência.
Um dos movimentos interessantes nesse formato é a criação da Comunidade que Sustenta a Agricultura (CSA). A proposta preza pela produção de alimentos orgânicos e/ou agroecológicos aliada ao subsídio da produção por consumidores do meio urbano, estes chamados coagricultores.
Existem a experiência e estudos sobre a CSA Guajuvira, no município de São José dos Campos, no Vale do Paraíba do estado de São Paulo. Naquela comunidade, conhecer quem planta e quem entrega o alimento é um valor. Há uma desalienação do processo: as frutas e verduras não têm somente um preço, mas também um apreço por quem planta, colhe e entrega os produtos aos consumidores.
Essa estratégia é considerada importante para a preservação da terra e da saúde de quem participa do processo através desse financiamento urbano (compradores). Trata-se de uma mudança de mentalidade, com o respeito aos ciclos da natureza. Ou seja: quem compra sabe que, em momentos de chuva ou de seca, a produção virá diferente, com produtos maiores ou menores em função das variáveis climáticas. É um novo olhar sobre o mercado e sobre a comida que ingerimos.
Afinal, vale a máxima: somos o que comemos.
O shopping RioMar, mais uma vez, fez um gol de placa com o Prêmio RioMar Mulher. Este ano, na área da saúde, a homenageada será a médica pneumologista Márcia Alcântara. Escritora e coordenadora do Instituto do Pulmão (Pulmocenter), Márcia é autora de trabalhos como o romance "Poço", baseado na história real de adoecimento de cavadores de poços no interior do Ceará.
Seu trabalho ganhou reconhecimento nacional, proporcionando a ela a conquista do II Prêmio Nacional de Pneumologia (1998), graças ao estudo "Silicose em cavadores de poços", que trouxe à tona as condições de saúde desses trabalhadores e seu impacto em comunidades cearenses. E o melhor de tudo: a doença foi erradicada no Ceará, depois de várias frentes de combate criadas para o enfrentamento da situação.
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O Centro Universitário Christus (Unichristus) abriu vagas para atendimento ao público na Clínica Escola de Fisioterapia dos campi Parque Ecológico e Parquelândia. Estão disponíveis diversas modalidades fisioterápicas, como neurofuncional e esportiva.
Para ter acesso gratuito, é preciso entrar em contato com as unidades, presencialmente ou por telefone, e realizar cadastro. Os inscritos são chamados para avaliação e início do tratamento. Detalhe: para o registro, são exigidos encaminhamento médico e documento de identidade. Eis o contato para inscrições: (85) 3265 8123.
A Associação Caatinga vem desenvolvendo iniciativas voltadas para a proteção da biodiversidade na Reserva Natural Serra das Almas (RNSA), localizada entre Crateús (CE) e Buriti dos Montes (PI). Entre elas, destaca-se o monitoramento da unidade e da fauna silvestre, tentando combater atividades ilegais, como a caça e os incêndios florestais.
Foi implantado, junto com pesquisadores, um sistema de monitoramento de fauna por meio de armadilhas fotográficas (câmeras traps). As câmeras possibilitam o registro da fauna sem interferência humana, e as imagens capturadas auxiliam em pesquisas científicas importantes, como as de felinos de grande porte.
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