João Paulo Biage é jornalista há 13 anos e especialista em Comunicação Pública. De Brasília, acompanha, todos os dias, os passos dos parlamentares no Congresso Nacional e a movimentação no Palácio do Planalto, local de trabalho do presidente. É repórter e comentarista do programa O POVO News e colunista do O POVO Mais
Foto: Lula Marques/ Agência Brasil
Fernando Haddad e Rodrigo Pacheco
O presidente do PT, Edinho Silva, participou, nesta terça-feira, 10, de uma sessão, na Câmara dos Deputados, em comemoração aos 46 anos da sigla. Edinho expôs os movimentos do partido, e citou Fernando Haddad (Fazenda) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG) ao falar dos possíveis cenários para o ano eleitoral.
“Fernando Haddad é o principal ministro do governo Lula. Ele pode disputar em qualquer cargo eletivo, uma vez que é uma das grandes lideranças do PT. Não tem como não lembrar o nome dele ao pensar nas eleições de São Paulo”, afirmou Edinho. Ele garantiu apoio ao atual ministro da Fazenda, independente da escolha de Haddad.
Ao citar Rodrigo Pacheco, o presidente do partido disse que ainda não existem certezas. Edinho reafirmou a vontade política do PT de que Pacheco concorra ao governo de Minas Gerais.
“Queremos um palanque forte em Minas. Das lideranças em ascensão no Brasil, Pacheco é uma delas. Temos que construir nossos desejos e o diálogo está sendo feito, mas isso depende dele”, disse.
Edinho reforçou ainda os objetivos do Partido dos Trabalhadores. “O PT quer debater a democratização da educação, o fortalecimento da estrutura de saúde brasileira e outros muitos propósitos. Queremos ser o partido do futuro, da transformação”, reiterou.
PT apoia CPI do Banco Master
Edinho também citou o caso do Banco Master e concordou com o posicionamento do líder do PT na Câmara, Pedro Uczai (PT-SC), a favor da instalação de uma comissão para investigar a crise.
“Não somos a favor da politização da CPI, mas investigar é necessário. Estamos diante de uma denúncia grave que afeta o sistema [econômico] brasileiro. Uma investigação tem que ser vista como normal”, falou.
No evento em comemoração do aniversário do partido e na coletiva que sucedeu, o PT expôs cartazes políticos. “Pelo fim da escala 6x1” era um deles. Edinho Silva validou o debate sobre a mudança na jornada para a preservação do trabalhador. Segundo ele, a evolução nas bases produtivas dão espaço para o fim da escala de 6 dias de trabalho.
“O debate da redução da jornada de trabalho é global. Estamos vivenciando uma transformação produtiva no Brasil e no mundo. Temos que aumentar a capacidade produtiva reduzindo a força de trabalho na participação do sistema produtivo. Assim, vamos melhorar a qualidade de vida de muitos”, afirmou.
Por Maria Luiza Santos
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