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Mestre em Ciência Política pela Universidade Clássica de Lisboa, Pós-graduada em Comércio Exterior pela Universidade Católica de Brasília, Presidente da Câmara Setorial de Comércio Exterior e Investimentos da Adece, Gerente do Centro Internacional de Negócios da FIEC, Membro do Conselho de Relações Internacionais da FIEC – CORIN.

Super-ação na Internacionalização do Esporte em Formação

Competição no Exterior proporcionou outra vivência a atletas em formação
Tipo Opinião
O futebol tem dessas coisas, que enobrece, que impressiona, que orgulha.   (Foto: PietroCarpi)
Foto: PietroCarpi O futebol tem dessas coisas, que enobrece, que impressiona, que orgulha.

O conceito de internacionalização é aplicado em diferentes áreas. A internacionalização não é apenas o intercâmbio econômico e político global. Internacionalizar é conhecer culturas, é incentivar relações de reciprocidade ou de concorrência entre nações. Dentro desse contexto, atletas do futebol em formação (09 e 10 anos) do Ceará desembarcaram em uma incrível experiência internacional em Portugal. As cidades de Castelo de Vide e Proença-a-Nova anfitrionaram o time infantil cearense em duas competições internacionais.

A convivência social com crianças de outros países, o contato com diferentes culturas, a compreensão sobre regras específicas, o respeito as diferenças e o eventual descontentamento com a arbitragem, permitiram a integração das equipes e fortaleceram o objetivo comum: valorizar a oportunidade.

Disciplina dentro e fora do campo. Diante de adversários “favoritos”, atletas comprometidos com o esporte, escutavam atentos observações do seu treinador ou professor. A competitividade esteve sempre presente. O trabalho em equipe não se resumiu ao glorioso segundo lugar na competição.

Família e escola estiveram o tempo inteiro de mãos dadas. Pais vibraram com admirável respeito a cada partida. A disputa saudável permitiu lidar com frustrações relacionadas a perdas, contribuindo com o amadurecimento.

O jogo não estava relacionado apenas ao resultado do placar em campo. O “jogo” foi um verdadeiro exercício de resiliência. Atletas infantis, acostumados com o habitual calor cearense, competiram com temperatura que oscilou entre 6°c e 8°c.

Temperatura baixa, vento frio, chuva. Crianças que chegaram a entrar em campo agasalhados com moletom para defenderem o seu time, o seu país. O futebol tem dessas coisas, que enobrece, que impressiona, que orgulha.

A vivência internacional proporcionou crescimento, responsabilidade, desenvolvimento físico, mental e emocional. Os atletas venceram dentro do campo, mas venceram principalmente no intercâmbio intensivo da convivência em grupo no exterior. Congratulações ao elenco infantil e histórico do R9 Fortaleza e CC3 Brazil.

Foto do Ana Karina Frota

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