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UFC alega "restrições orçamentárias" sobre atraso de pagamento de terceirizados
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UFC alega "restrições orçamentárias" sobre atraso de pagamento de terceirizados

Categoria promoveu paralisação na última sexta-feira,9, solicitando pagamentos pendentes; universidade argumenta depender da normalização do fluxo de recursos do MEC
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Trabalhadores terceirizados da Universidade Federal do Ceará (UFC) realizaram protesto contra atraso de salário e direitos nesta sexta-feira, 9, em Fortaleza e Sobral
 (Foto: Reprodução/ Seeaconce)
Foto: Reprodução/ Seeaconce Trabalhadores terceirizados da Universidade Federal do Ceará (UFC) realizaram protesto contra atraso de salário e direitos nesta sexta-feira, 9, em Fortaleza e Sobral

A Universidade Federal do Ceará (UFC) argumentou que atrasos sobre pagamentos de servidores terceirizados decorrem de “limitações orçamentárias e financeiras típicas do início do ano”. Segundo UFC, a situação deve ser regularizada nos próximos dias com a normalização no fluxo de recursos oriundos do Ministério da Educação (MEC).

“A Universidade Federal do Ceará (UFC) informa ter conhecimento de que algumas empresas que prestam serviços à universidade têm encontrado dificuldades para o cumprimento de suas obrigações, o que impactou o pagamento de salários e benefícios de colaboradores terceirizados”, diz instituição em nota.

Em nota, a universidade destaca que “trata-se de uma conjuntura transitória, cuja solução depende da normalização no fluxo de recursos oriundos do Ministério da Educação (MEC). A expectativa é de que, nos próximos dias, ocorra a regularização dos empenhos e pagamentos pendentes”.

“Essa situação é agravada, pois, neste momento, a universidade enfrenta limitações orçamentárias e financeiras típicas do início do ano, devido a ajustes burocráticos necessários durante a transição entre os exercícios financeiros”, complementa UFC.

Os terceirizados estiveram paralisados nos três campi da UFC em Fortaleza na última sexta-feira, 9. O protesto ocorreu para repudiar os atrasos no salário e direitos básicos, como vale-refeição, vale-transporte e cesta básica do mês de dezembro. No mesmo dia o movimento foi suspenso após reunião entre Superintendência de Infraestrutura da UFC (UFC Infra) e trabalhadores.

Uma nova articulação com os terceirizados e administração ocorre nesta segunda-feira, 12, conforme Seeaconce, sindicato representante da categoria.

“A universidade está acompanhando atentamente a situação e adotando as providências administrativas cabíveis para regularizar a situação o mais breve possível”, garante UFC, a qual também mantém diálogo com as empresas contratadas. Entre as prestadoras, estão as empresas LDS, Florart Paisagismo Ltda e Solução Serviços e Comércio e Construção.

por Camila Maia - Especial para O POVO

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