Jornalista formada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Ceará (UFC). É editora digital de Economia do O POVO, onde começou em 2014. Atualmente, cursa MBA em Gestão de Negócios e tem Certificação Internacional em Marketing Digital pela ESPM e DMI da Irlanda
Sim, a IA erra, e muito. Mas a confiança nela chega a ser tanta que a verificação humana do que foi entregue é, muitas vezes, deixada de lado.
Portanto, a produtividade, que era para se multiplicar, acaba por cair quando tudo tem de ser refeito por erros de atenção, checagem e espera de uma resposta por WhatsApp, que poderia ter sido dada por telefone, ou pessoalmente, em alguns segundos.
E quando assuntos do gênero abrangem mais fortemente a população, faz-se necessária a entrada do Poder Público para restringir os malefícios e amplificar os benefícios.
Conforme o estudo “Inteligência Artificial e Mercado de Trabalho”, de Fernando de Holanda Barbosa Filho, Janaína Feijó, Paulo Peruchetti, do Observatório da Produtividade Regis Bonelli, há questões a serem observadas também quando se fala de inteligência artificial generativa.
Neste caso, levantam-se preocupações relacionadas à substituição de tarefas, à mudança no perfil das ocupações e ao aumento das desigualdades entre os trabalhadores.
Diante desse cenário, compreender como a inteligência artificial afeta o mercado de trabalho é fundamental para orientar o desenho de políticas públicas voltadas à proteção e à melhor inserção dos trabalhadores.
Segundo a análise, cerca de 30 milhões de trabalhadores (29,6% da população ocupada) no Brasil possuem algum grau de exposição à IA, com maior incidência nos setores de serviços financeiros e comunicação.
Os perfis mais afetados abrangem mulheres, jovens e profissionais com maior escolaridade, especialmente na região Sudeste.
Dentre as conclusões dos estudiosos, as recomendações envolvem ações em diversos eixos como educação e requalificação, proteção social e políticas ativas, além de regulação do uso de IA no ambiente de trabalho e políticas de concorrência e difusão tecnológica.
Amcham Ceará
A unidade Ceará da Câmara Americana de Comércio para o Brasil realiza hoje, em Fortaleza, reunião com lideranças empresariais para uma análise dos principais cenários, riscos e oportunidades que devem impactar o ambiente de negócios no próximo ciclo.
Chamado de Plano de Voo 2026, o momento analisa perspectivas políticas e econômicas para o Brasil e para o Estado, mirando o alinhamento entre diferentes setores e o fortalecimento da competitividade empresarial.
O encontro será às 8h30min no Senac Aldeota - Auditório Ana Cláudia Martins Maia Alencar, avenida Desembargador Moreira, 1301, Aldeota.
Foto: Sérgio Uchôa/Energo Soluções/Divulgação
DIRETORIA da Energo Soluções em Energia
A cearense Migma Energy, da Energo Soluções em Energias, foi selecionada pela Chamada Pública Nordeste, que fomenta planos de negócios com foco em investimentos no Nordeste, mas que estejam vinculados às missões da Nova Indústria Brasil do Governo Federal.
É como se Sudene, Consórcio Nordeste, BNDES, Finep, BB, BNB e Caixa selecionassem empresas, no âmbito da política de desenvolvimento industrial, para patrocinarem.
“Três bancos se interessaram pela Migma e por financiá-la com taxas diferenciadas. Agora iremos aguardar os próximos passos”, disse à coluna a CEO da Energo Soluções em Energias, Marília Brilhante.
Veja: Inteligência Artificial e a escrita: Lira Neto analisa a interferência da ferramenta
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