Jornalista formada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Ceará (UFC). É editora digital de Economia do O POVO, onde começou em 2014. Atualmente, cursa MBA em Gestão de Negócios e tem Certificação Internacional em Marketing Digital pela ESPM e DMI da Irlanda
Foto: FCO FONTENELE
Banco Central atua na política monetária
Na dinâmica da economia do País, a política fiscal é a que tem exercido maior peso sobre nível de emprego e atividade produtiva ante a política monetária.
Essa visão é corroborada pela análise de dados para o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) de Ailton Braga, economista, mestre em economia pela Universidade de Brasília (UnB), ex-analista do Banco Central, de 1998 a 2005, e consultor Legislativo do Senado desde 2006.
Em suma, o aumento dos gastos públicos reduz efetivamente o desemprego, enquanto as altas taxas de juros (hoje mantida em 15% ao ano, mas com tendência de baixa) demonstram baixa eficácia no controle da inflação devido a entraves estruturais como a indexação de preços e a segmentação do crédito.
O especialista, por exemplo, destaca que o impacto expansionista das despesas governamentais frequentemente prevalece sobre as tentativas de restrição monetária do Banco Central.
Diversos fatores, incluindo a remuneração da dívida pública pela Selic e o baixo impacto dos juros no câmbio explicam essa resistência econômica.
Em conclusão, o documento sugere que uma redução sustentada da inflação e dos juros reais depende, fundamentalmente, do controle do crescimento dos gastos públicos.
E o que explica a baixa eficácia da política monetária no Brasil é o fato de que a taxa de inflação frequentemente permanece acima da meta, mesmo com taxas de juros reais situadas entre as maiores do mundo.
Ou seja, indicando que o instrumento da taxa de juros tem capacidade limitada de influenciar rapidamente a dinâmica dos preços devido ao “peso” do passado transmitido pela indexação.
Foto: João Filho Tavares
ÚLTIMA turma dos Novos Talentos, em 2025.2
Estão abertas, até o dia 19 de fevereiro, as inscrições para a nova edição do curso Novos Talentos, promovido pela Fundação Demócrito Rocha (FDR) em parceria com o Grupo de Comunicação O POVO.
Considerado o principal programa de formação e seleção de novos profissionais para o Grupo, o curso é voltado para estudantes de Jornalismo a partir do 3º semestre.
O processo seletivo inclui provas de Português e Atualidades e Redação, além de um ciclo de palestras com profissionais da área.
Os 10 alunos selecionados terão a oportunidade de passar por um treinamento prático de três meses nas diferentes editorias do O POVO e da rádio O POVO CBN, sob a supervisão dos jornalistas Plínio Bortolotti e Daniela Nogueira.
A engarrafadora com sede no Ceará, Solar Coca-Cola, entregou nova adutora de cerca de 9 mil metros de extensão no município de Cascavel, em parceria com o Sistema Integrado de Saneamento Rural (Sisar), a Prefeitura de Cascavel e o Governo do Estado.
A obra visa levar água tratada para as comunidades rurais de Choró Jatobá e Choró São Paulo, para 70 famílias ou cerca de 210 pessoas.
O projeto integra o programa da fabricante Água + Acesso, que já impactou mais de 166 mil pessoas em mais de 370 comunidades espalhadas por estados como Ceará, Pernambuco, Pará e Amazonas.
O aporte da empresa foi de R$ 120 mil, parte de anunciados R$ 5 milhões para os próximos cinco anos no Estado.
Assim, a comunidade deixa para trás o uso de carros-pipa para o abastecimento básico, ou a distância de 700 metros até o rio mais próximo para realizar tarefas cotidianas, como lavar roupas.
Selic em alta: saiba como fortalecer sua reserva de emergência
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